Showing posts with label Julian Assange. Show all posts
Showing posts with label Julian Assange. Show all posts

Monday, June 3, 2019

Julian Assange Está a Ser Assassinado

Julian Assange Está a Ser Assassinado 
SUPPORT JULIAN ASSANGE
Julian Assange Está a Ser Assassinado

O governo britânico criminoso concordou  assassinar Julian Assange, a mando de Washington, o seu mentor perverso.

More from Guest Contributions 

O Estado implacável
Por Craig Murray
CraigMurray.org.uk
Junho 1, 2019
Estamos seriamente preocupados com a condição de saúde de Julian Assange. Ontem, estava demasiado doente para poder comparecer perante o tribunal e o seu advogado sueco, Per Samuelson, encontrou-o num estado em que Julian estava incapaz de estabelecer uma conversa e dar instruções. Há sintomas físicos muito marcados, particularmente uma perda rápida de peso, e tememos que não estejam a ser efectuados esforços, genuínos e suficientes, para a obtenção de um diagnóstico, a fim de  determinar a verdadeira causa.
Durante o ano passado, Julian foi mantido na Embaixada do Equador em condições precárias, muito restritas e cada vez mais opressivas e a sua saúde já estava a deteriorar-se de forma alarmante, antes da sua expulsão e prisão. Uma série de condições, incluindo abcessos dentários, que pode ter consequências muito graves se não forem tratados durante muito tempo e a recusa contínua do governo britânico e, mais tarde, dos equatorianos, de permitir o acesso a cuidados de saúde adequados a um asilado político, foi uma negação cruel e deliberada de direitos humanos básicos.
Confesso que senti um certo alívio pessoal após a sua prisão, porque, pelo menos agora ele receberia tratamento médico adequado. No entanto, percebe-se agora, não haver qualquer intenção de fornecê-lo e, de facto, desde que ele esteve em Belmarsh, os problemas de saúde exacerbaram-se. Testemunhei a cumplicidade do Estado britânico em casos de tortura para saber que esta atitude pode significar mais do que somente uma consequência de negligência não intencional. É extremamente alarmante constatar que o homem mais lúcido que eu conheço, já não é capaz de manter, agora, uma conversa racional.
Não há nenhuma razão aceitável para que Assange precise ser mantido numa instalação de alta segurança destinada a terroristas e infractores violentos. Estamos a ver o motivo por trás da sua longa detenção sem precedentes, para esquivar-se à fiança da polícia quando pediu asilo político. Como prisioneiro condenado, Assange pode ser mantido num regime pior do que se estivesse apenas em prisão preventiva, devido aos procedimentos de extradição. Mesmo que ele estivesse saudável, o acesso aos seus advogados é extremamente restrito e, para um homem que enfrenta grandes processos legais no Reino Unido, nos EUA e na Suécia, é impossível que os seus advogados tenham tempo suficiente para preparar, juntamente com ele, os seus processos adequadamente. Assange está sob as mesmas restrições que são impostas a um condenado. Claro que sabemos, pelo facto de que, três horas após ter sido arrastado da Embaixada do Equador, ele ter sido condenado e sentenciado a uma longa pena de prisão, que o Estado não tem intenção de que os seus advogados se possam preparar.
Perguntei antes e faço-o, agora, novamente: Se fosse uma editora dissidente na Rússia, o que é que a classe política e a comunicação mediática do Reino Unido estariam a dizer sobre ele ter sido arrastado por polícias armados, condenado e sentenciado a prisão por um Juiz sem júri, três horas depois, após uma farsa de um "julgamento" durante o qual o Juiz o insultou e chamou de “narcisista” antes de Assange dizer qualquer coisa em sua defesa? A comunicação mediática ocidental estaria em pé de guerra, se esse caso acontecesse na Rússia. Aqui, eles congratulam-se com esses factos.
A seguir está uma foto de Julian na Embaixada em tempos mais felizes, durante a presidência de Correa, com um grupo de pessoas verdadeiramente surpreendente e forte, cada uma delas com histórias, as quais podemos seguir e com elas aprender:
Devo acrescentar que,  juntamente com outros dois amigos íntimos,  estou pessoalmente, a tentar ver Julian Assange, mas, como é óbvio, o acesso é extremamente difícil.
Os objectos pessoais de Julian foram apreendidos pelos equatorianos para serem entregues ao governo dos EUA. Incluem não só os computadores, mas os seus documentos legais e médicos. Este é mais um exemplo de uma acção estatal completamente ilegal contra ele. Além do mais, qualquer transferência deve envolver o material roubado que transita fisicamente em Londres, e o governo britânico não está a tomar medidas para impedi-lo, o que é mais um dos múltiplos sinais do grau de coordenação governamental internacional por trás da frágil pretensão de uma acção judicial independente.
Julian está preso há, pelo menos, mais de cinco meses, mesmo com liberdade condicional (que provavelmente vão encontrar uma desculpa para não conceder). Depois, será mantido em prisão preventiva. Portanto, não há necessidade de pressa. A recusa do tribunal sueco, de atrasar uma audiência sobre um possível mandado de extradição, para permitir que Julian se recupere para poder instruir o advogado e o breve adiamento da audiência de extradição dos EUA em Londres, com a intimação que pode ser mantido dentro da prisão de Belmarsh, se Julian estiver demasiado doente para se deslocar, são exemplos de uma pressa totalmente desacostumada e desnecessária, na maneira como o caso está a prosseguir. Os moinhos de Deus moem devagar; os do Diabo parecem girar a alta velocidade.
Finalmente, para os que ainda acreditam que as acções judiciais contra Julian,  não só na Suécia, são de alguma forma motivadas por uma preocupação em que a justiça seja feita, particularmente os casos de justiça referente a mulheres violadas, peço-lhes que leiam este excelente relato de Jonathan Cook. Quanto ao resumo da série verdadeiramente impressionante de abusos legais por parte dos Estados contra Assange, que a comunicação mediática empresarial e estatal distorceu e escondeu deliberadamente durante uma década, o mesmo não pode ser melhorado.
Reprinted with the author’s permission.
Copyright © 2019 Craig Murray
Publicado de novo, com permissão do autor.
Copyright © 2019 Craig Murray


Saturday, June 1, 2019

Julian Assange Is Being Murdered


Julian Assange Is Being Murdered
SUPPORT JULIAN ASSANGE
Julian Assange Is Being Murdered
The criminal British government has agreed to assassinate Julian Assange for its criminal Washington master
More from Guest Contributions
Parte inferior do formulário


By Craig Murray
CraigMurray.org.uk
June 1, 2019
We are seriously worried about the condition of Julian Assange. He was too unwell to appear in court yesterday, and his Swedish lawyer, Per Samuelson, found him in a state where he was unable to conduct a conversation and give instructions. There are very definite physical symptoms, particularly rapid weight loss, and we are not satisfied that genuine and sufficient diagnostic efforts are being made to determine the underlying cause.
Julian had been held for the last year in poor, highly confining and increasingly oppressive conditions in the Ecuadorean Embassy and his health was already deteriorating alarmingly before his expulsion and arrest. A number of conditions, including dental abcesses, can have very serious consequences if long term untreated, and the continual refusal by the British government and latterly the Ecuadoreans to permit him access to adequate healthcare while a political asylee was a callous denial of basic human rights.
I confess to feeling an amount of personal relief after his arrest that at least he would now get proper medical treatment. However there now seems to be no intention to provide that and indeed since he has been in Belmarsh his health problems have accelerated. I witnessed enough of the British state’s complicity in torture to know that this may be more than just the consequence of unintended neglect. That the most lucid man I know is now not capable of having a rational conversation is extremely alarming.
There is no rational reason that Assange needs to be kept in a high security facility for terrorists and violent offenders. We are seeing the motive behind his unprecedented lengthy imprisonment for jumping police bail when he entered political asylum. As a convicted prisoner, Assange can be kept in a worse regime than if he were merely on remand for his extradition proceedings. In particular, his access to his lawyers is extremely restricted and for a man facing major legal proceedings in the UK, USA and Sweden it is impossible, even were he healthy, for his lawyers to have sufficient time with him adequately to prepare his cases while he is under the restrictions placed on a convict. Of course we know from the fact that, within three hours of being dragged from the Ecuadorean Embassy, he was already convicted and sentenced to a lengthy prison term, that the state has no intention that his lawyers should be able to prepare.
I have asked before and I ask again. If this were a dissident publisher in Russia, what would the UK political and media class be saying about his being dragged out by armed police, and convicted and sentenced to jail by a judge without a jury, just three hours later, after a farce of a “trial” in which the judge insulted him and called him a “narcissist” before he had said anything in his defence? The Western media would be up in arms if that happened in Russia. Here, they cheer it on.
Below is a photo of Julian in the Embassy in happier times, during the Correa Presidency, with a truly amazing and strong group of people, every one of whose stories we can follow and learn from:
Left to Right: Thomas Drake, Coleen Rowley, Julian Assange, Elizabeth Murray, Ray McGovern, Nadira, Ann Wright
I should add that I am currently trying to see Julian personally with two other close friends, but obviously access is extremely difficult.
 Julian’s personal possessions have been seized by the Ecuadoreans to be given to the US government. These include not only computers but his legal and medical papers. This is yet another example of completely illegal state action against him. Furthermore, any transfer must involve the stolen material physically transiting London, and the British government is taking no steps to prevent that, which is yet another of multiple signs of the degree of international governmental coordination behind the flimsy pretence of independent judicial action.
Julian is imprisoned for at least another five months, even with parole (which they will probably find an excuse not to grant). After that he will be held further on remand. There is therefore no need for rush. The refusal of the Swedish court to delay a hearing on a potential extradition warrant at all, to allow Julian to recover to the extent he can instruct his lawyer, and the very brief postponement of the US extradition hearing in London, with the intimation it may be held inside Belmarsh prison if Julian is too unwell to move, are both examples of an entirely unaccustomed and unnecessary haste with which the case is being rushed forward. The mills of God grind slowly; those of the Devil seem to spin dangerously fast.
Finally, for those who still believe that actions against Julian, particularly but not only in Sweden, are in any way motivated by a concern for justice, particularly justice for violated women, I do urge you to read this excellent account by Jonathan Cook. As a summary of the truly breathtaking series of legal abuses by states against Assange, that the corporate and state media has been deliberately distorting and hiding for a decade, it cannot be bettered.
Reprinted with the author’s permission.
Copyright © 2019 Craig Murray




Thursday, May 30, 2019

LOS CASOS DE ASSANGE/MANNING DESACREDITAN A LA HUMANIDAD


Translated and published on 28 May, 2019 by Leonardo Del Grosso
Los casos de Assange/Manning desacreditan a la humanidad
 Resultado de imagem para pictures of julian assange and chelsea manning at rt
El imperio de la ley ha dado paso a la ley como un arma en manos del gobierno.
Todos los que son conscientes de las extraordinarias acciones criminales del gobierno de EEUU en el país y en el extranjero cargan un gran peso. Las millones de personas asesinadas, mutiladas, dejadas huérfanas, viudas y desplazadas por las gratuitas agresiones militares estadounidenses constituyen un Holocausto de muertes basadas completamente en mentiras y falsas acusaciones para promover agendas secretas estadounidenses e israelíes. Sospecho que la pesada carga de responsabilidad por el asesinato y la destrucción masiva cometidos en nuestro nombre es la razón por la que la mayoría de los estadounidenses prefieren las noticias falsas que se les proporcionan sobre lo buenos, maravillosos y excepcionales que somos y lo duro que nuestro gobierno trabaja en otro lado para protegernos de las gentes desagradables. Este relato histórico convierte los brutales crímenes de guerra ilegales del gobierno de los Estados Unidos contra mujeres, niños, ciudadanos indefensos, escuelas, bodas, funerales y agricultores en sus campos, en defensas gloriosas y valientes de nuestra libertad y virtud. Si usted desea la verdad vea el video, filtrado por Manning, de las tropas estadounidenses divirtiéndose mientras desde el aire ametrallan periodistas y civiles inocentes caminando por una calle y siguen disparando a un padre, y sus dos hijos pequeños, bebés, que se detuvo para ayudar a los heridos sangrantes en la calle. La filtración del video que mostró la real imagen de las guerras de Washington es la razón por la que Manning fue torturado y encarcelado. Quien fue castigado es la persona que dijo la verdad, no los criminales que cometieron los asesinatos.
Estoy de acuerdo en que la historia falsa de la valía moral de Estados Unidos es mucho más fácil de vivir que la vergüenza de la historia verdadera. Pero al final la historia falsa destruye nuestra libertad incluso más completamente que la conquista por un oponente extranjero. Las personas desconfían más de una potencia ocupante que de su propio gobierno y tienen menos probabilidades de creer a los ocupantes extranjeros cuando les mienten. En contraste, el propio gobierno de un pueblo puede atraparlos en una falsa conciencia y mantenerlos allí con noticias falsas.
Dondequiera que se mire el comportamiento de los estadounidenses hoy en día, desde las azafatas hasta la policía y los asesores de seguridad nacional y los secretarios de estado, se ve a personas sin conciencia moral, integridad, compasión, empatía y autocontrol. Solo por irrazonable y mezquino rencor, una azafata en un vuelo de Southwest Airline muy retrasado en su salida, llamó a la policía y ordenó que detuvieran y sacaran del avión a un hombre al que ella había rechazado. Todos los pasajeros protestaron ante la policía sobre que la persona arrestada no había hecho nada, pero la policía no escuchó. Tuvieron otra víctima de abuso. ¿Fue la victimización de esta persona el resultado de políticas de identidad enseñando a las mujeres a odiar a los hombres? https://sputniknews.com/us/201905151075040032-us-traveler-booted-from-southwest-flight-over-vodka-joke/  
Recientemente, una mujer negra empujó a un anciano blanco de un autobús a la calle simplemente porque él interrumpió su arenga a otros pasajeros diciéndole que debía ser más amable con la gente. Murió por sus heridas. ¿Fue este acto asesino el producto de políticas de identidad enseñando a los estadounidenses negros a odiar a los estadounidenses blancos? https://5newsonline.com/2019/05/17/las-vegas-bus-pushing-murder-suspect-released-on-bail/  
El enloquecido criminal de guerra asesor de seguridad nacional de Trump, John Bolton, y el idiota secretario de estado, Pompeo, quieren causar muertes masivas de civiles en Irán y Venezuela. Irán será derrocado por Israel, y Venezuela por las compañías petroleras de Estados Unidos. Los motivos son flagrantes y obvios, pero Bolton y Pompeo no son denunciados y obligados a renunciar por sus vergonzosas intenciones asesinas. Sin embargo, si usaran la n-palabra o acosaran sexualmente a una mujer, tendrían que renunciar. Esto demuestra el estado retorcido y enfermo de la actual moralidad estadounidense. Bombardear a la gente es aceptable, pero palabras realmente pueden herirlos.
El caso de Washington contra Julian Assange es tan artificioso y tan débil que el corrupto abogado de Estados Unidos asignado para incriminar a Assange ha recurrido a la persecución de Manning en un esfuerzo por forzar el falso testimonio de Manning contra Assange. Después de haber sido torturado y cumplido siete años en prisión por revelar un crimen de guerra de Estados Unidos, como Manning debía hacer bajo el código militar estadounidense, Manning fue indultado por el Presidente Obama. Ahora Manning está de vuelta en la cárcel por segunda vez después de ser indultado, porque Manning no cooperará en la incriminación de Assange dando falso testimonio a un gran jurado. Sin el falso testimonio, el corrupto abogado de los Estados Unidos no tiene un caso que pueda terminar en condena incluso por el típico jurado estadounidense, normalmente una colección de personas crédulas fácilmente manipuladas por el fiscal.  
Cuando Manning estuvo preso durante 63 días por negarse a mentir sobre Assange, Manning pasó 28 de esos días en régimen de aislamiento. ¿Por qué?  
Una semana después de la liberación de Manning, el fiscal corrupto de EEUU llamó nuevamente a Manning ante el gran jurado que el fiscal corrupto de EEUU está utilizando para inventar un caso contra Assange.   Nuevamente, Manning se negó a cooperar en la incriminación, y nuevamente fue retenida en desacato y nuevamente remitida a una prisión federal. Esta vez, un corrupto juez de distrito federal de los Estados Unidos, Anthony Trenga, agregó a la pena de prisión de Manning una multa diaria de 500 dólares que se eleva a 1.000 por día después de 60 días. En otras palabras, el juez corrupto está ayudando al fiscal corrupto de EEUU a obligar a Manning a cooperar en una incriminación de Assange. Los estadounidenses necesitan entender que sus jueces no son jueces. Son agentes del estado policial estadounidense.
Cuando caracterizo al fiscal y al juez de los Estados Unidos como corruptos, no quiero decir que estén tomando dinero, aunque eso no se puede descartar. Quiero decir que son corruptos en el sentido de que han abandonado el imperio de la ley y no consideran que su función sirva a la justicia. La Constitución de los EEUU y sus enmiendas establecen que la ley es un escudo del pueblo contra las acciones coercitivas y arbitrarias del gobierno, pero el fiscal y el juez de los EEUU están usando la ley como un arma contra los individuos contra quienes las autoridades quieren vengarse. Durante años hemos sido testigos del ataque a la ley desde todos los niveles, desde el presidente hasta la policía local. Ver Roberts y Stratton, La tiranía de las buenas intenciones. https://www.amazon.es/Tyranny-Good-Intentions-Prosecutors-Constitution/dp/0307396061/ref=sr_1_2?crid=23ZTXE46TUKKT&keywords=pesul+craig+roberts+books&qid=15588888. 2C155 & sr = 1-2  
Nadie ha protestado por el esfuerzo abierto y muy visible para obligar a Manning a cometer un perjurio que se puede usar para construir un caso contra Assange o, de lo contrario, ser encarcelado por “desacato” y multado hasta la penuria. Las despreciables putas liberales-progresistas-de-izquierdas que conforman los medios impresos y televisivos de los EEUU y NPR no protestarán por la injusticia. Odian a Manning y Assange por tener más integridad que todos ellos juntos. Los presentadores de radio conservadores no protestarán por el intento de forzar a Manning, porque aman a Trump, a las guerras de Washington, y odian a los “antiestadounidenses”, que es todo el mundo que se atreve a decir la verdad sobre los Estados Unidos. En conversación de radio conservadora el 17 de mayo, escuché a un popular presentador decir: “estoy feliz de que Manning esté en prisión”.  
Ningún senador o representante de los EEUU y ninguno del comité de justicia del Senado o de la Cámara de Representantes ve nada extraño en obligar a un ciudadano estadounidense a producir las mentiras necesarias para incriminar al mejor periodista del mundo. Las escuelas de derecho y los colegios de abogados no están exigiendo que el fiscal corrupto de los Estados Unidos sea inhabilitado por violar todos los preceptos establecidos por el Fiscal General de los Estados Unidos, el Tribunal Supremo y el fiscal de Nuremberg, Robert Jackson. Tampoco están exigiendo la destitución de un corrupto juez de distrito federal, que quizás tenga sus ojos puestos en acomodarse en el tribunal de apelaciones por su cooperación para acabar con la Primera Enmienda.
El pueblo estadounidense es demasiado ingenuo y tiene el cerebro lavado como para saber lo que está sucediendo. En cualquier caso, son tan impotentes como los campesinos del tercer mundo que tienen la bota de un dictador en el cuello.  
Las “democracias occidentales” -qué chiste- no han levantado la voz ante la muestra pública de intimidación de un testigo por parte del gobierno de los Estados Unidos, por el uso de la prisión y las multas coercitivas por parte del gobierno de los Estados Unidos en una exhibición pública de obligar a una persona a mentir para que el gobierno de los EEUU pueda vengarse de un periodista que publicó materiales filtrados que muestran de manera concluyente que el gobierno de los EEUU es un desquiciado criminal de guerra, un mentiroso y engañador de sus tontos aliados y pueblo, y la mayor amenaza para la paz y la estabilidad en el mundo.
Assange podría ser salvado por los fiscales con conciencia culposa en Suecia, el país en el que comenzaron los problemas de Assange. Los problemas de Assange comenzaron en Suecia, donde dos mujeres cautivadas por su celebridad lo invitaron por separado a sus camas. Una de ellos se alarmó cuando no usó condón. Para asegurarse de que él no tenía una enfermedad de transmisión sexual, ella le pidió que se sometiera a una prueba. Él tontamente se negó. Fue a la policía no para denunciar una violación sino para preguntar si Assange podía ser obligado a someterse a los tests. La otra mujer se enteró de la otra mujer y estaba enojada por no ser la única mujer en su vida sexual.
Fue la policía y una fiscal feminista a la que se enseñó a odiar a los hombres los que la convirtieron en una investigación de violación. Pero como las mujeres dijeron que era sexo consentido, los cargos fueron retirados.   Assange fue sacado de prisión y quedó libre para salir de Suecia.  
Su segundo error fue ir a Inglaterra, un estado títere estadounidense. Una vez que Assange estuvo en Gran Bretaña, quedó como si estuviera en las manos de Washington. Washington alentó a una segunda fiscal feminista sueca a reabrir el caso. Como no había cargos contra Assange, lo único que podía hacer la fiscal feminista era tratar de extraditar a Assange para más indagaciones. Una vez que Suecia lo tuvo, la expectativa era que Washington pagaría el soborno por su extradición a los Estados Unidos. Normalmente, la extradición requiere cargos formales, pero Suecia no tenía ninguno. Normalmente, no hay extradición para la indagatoria.   Pero un tribunal británico corrupto, quizás bien pagado por Washington, aceptó la extradición para ser interrogado y colocó a Assange bajo arresto domiciliario bajo una gran fianza pagada, si la memoria le sirve, por la hija de Sir James Goldsmith.  
Más allá de si la hija de Sir James lo entendió o no, Assange y sus abogados entendieron que estaba en línea para ser entregado a Suecia y de allí a los torturadores de Washington. Por lo tanto, se organizó el asilo para Assange en la embajada ecuatoriana, donde vivió siete años hasta que un presidente ecuatoriano corrupto y compatible con Washington, bien pagado con un préstamo del FMI, ganó el poder y revocó el asilo de Assange. La policía británica ejecutó entonces las órdenes de Washington y sacó a Assange de la embajada y lo puso en una prisión de máxima seguridad como si fuera una especie de criminal peligroso.
El segundo fiscal sueco al final aceptó indagar a Assange en la embajada ecuatoriana en Londres y luego retiró su solicitud de extradición, y el caso se cerró por segunda vez. Pero el sistema legal británico corrupto, que es casi tan corrupto como el estadounidense, puso a Assange en la cárcel durante 50 semanas basándose en “burlar la fianza”, a pesar del hecho de que se retiró la solicitud de extradición de Suecia en la que se basó la fianza.  
Ahora, el vasallo británico de Washington está considerando la solicitud del patrón de Washington de Gran Bretaña de entregarle a Assange para torturarlo, hacerlo confesar, y matarlo o encarcelarlo por mucho tiempo. Pero, de repente, Suecia descubrió que existe una “causa probable” de que no usar un condón podría ser un delito sexual y nuevamente le solicitó a Gran Bretaña que le entregara a Assange a Suecia.
¿Es este un intento de rescate por parte de Suecia para compensar haber arruinado la vida del mejor periodista del mundo? ¿O es la póliza de seguro de Washington contra que los británicos vuelvan a sus sentidos y, sobre la base de la justicia, rechacen la orden de extradición de Washington?
En Inglaterra, la decisión depende de la Secretaría de Interior, Sajid Javid, que no es de etnia británica. Con suerte, él es un inmigrante de una de las colonias maltratadas y pondrá su dedo en el ojo del Reino Unido/EEUU y entregará a Assange a Suecia, donde es poco probable que sea condenado por tener relaciones sexuales sin protección. Con suerte, Assange no será tan estúpido como para luego viajar a otro estado títere de Washington. Si lo hace, experimentará su tribulación de nuevo.
Pero Washington paga tan bien que dudo que Assange pueda escapar. Los corruptos medios occidentales están en contra de él porque Assange los muestra como desprovistos de un mínimo de integridad y desprovistos de la práctica del periodismo. A los medios mercenarios (“presstitutes”) estadounidenses no les importa la Primera Enmienda. Como nunca dicen la verdad, no necesitan protección de la Primera Enmienda.
Washington, que afirma representar al pueblo estadounidense, está a favor de la guerra y más guerra. Bolton pretende que los Estados Unidos, en beneficio de Israel, ataquen a Irán y creen un caos allí, como se creó en Irak y Libia, y también en Siria antes de la intervención rusa.
Bajo el liderazgo neoconservador e israelí, Estados Unidos se ha convertido en un país trastornado, carente de la confianza de otros gobiernos y considerado la principal amenaza para la paz y la vida en la tierra.
Cada estadounidense debería estar avergonzado. Pero no lo está. En algún momento, los rusos, los chinos, los europeos, los iraníes y todos los demás finalmente se darán cuenta, esperemos que antes de que sea demasiado tarde, que Washington está superado por el mal, es solamnente capaz de destrucción, y una peligrosa amenaza para la vida en la tierra.  

Traducción de Leonardo Del Grosso para Comunidad Saker Latinoamérica.