Pilhas de cadáveres em frente a edifícios destruídos em Dresden, após os ataques aéreos, em 13 e 14 de Fevereiro de 1945.
Os ocidentais sabem que os americanos bombardearam a cidade de Dresden, na Alemanha, no final da Segunda Guerra Mundial, mas a maior parte da verdade foi suprimida logo que aconteceu. Dresden era o centro cultural da Alemanha Oriental, uma cidade cheia de museus e edifícios históricos e os historiadores concordavam, por unanimidade, que Dresden não tinha valor militar. A pouca indústria que tinha, produzia só cigarros e porcelana.
Nem Churchill nem Roosevelt estavam interessados em terminar a guerra ou em atacar instalações militares que ainda existiam a 100 km à volta de Dresden. Naquela época, o exército russo estava a avançar, e há alguma verdade na versão de que os americanos queriam mostrar aos russos o impressionante poder de uma força militar verdadeiramente avançada, para impedir que a Rússia alimentasse ambições em relação à Europa. Parece que o Primeiro Ministro britânico, Winston Churchill, e o Presidente dos EUA, Roosevelt, queriam o que chamavam um “trunfo”, um “trovão de aniquilação anglo-americano” devastador, para “impressionar” Estaline. Mas poderia ter sido efectuado de muitas outras maneiras e lugares. Dresden não foi seleccionada por este motivo. Havia outras duas grandes motivações que serão visíveis a seguir.
O bombardeio de Dresden é um dos muitos acontecimentos históricos que foram fortemente alterados pelos vencedores, com alegações sobre o número de vítimas dos chamados historiadores, variando entre 25.000 ou 30.000, quando a contagem provável era de, pelo menos, 30 vezes esse número. A maioria das versões remodeladas desse holocausto tendem, praticamente, a ignorar, ou a subestimar deliberadamente, o vasto fluxo de refugiados que vinha a fluir para Dresden há semanas; as estimativas mais precisas que eu vi, variam entre 500.000 e este número tem de ser acrescentado à população local. Churchill e Roosevelt estavam plenamente conscientes dessa horda imensa e indefesa e, na sua procura pelo “trovão do trunfo”, foram citados como estando activamente à procura de “sugestões sobre como incinerar 600.000 refugiados”. A Internet está muito saneada sobre este assunto.
Um ponto importante que os historiadores escolheram ignorar foi que os americanos e os britânicos bombardearam não só Dresden, mas centenas de pequenas cidades ao redor de Dresden, muitas das quais ficaram tão destruídas que nunca foram reconstruidas. O motivo era o genocídio, uma pequena parte da intenção geral em destruir totalmente a Alemanha. Com a destruição total dessas cidades pequenas, a população estava a ser conduzida - pastoreada como animais – para as cidades maiores como Dresden, onde podia ser abatida através de um único ataque maciço. Os bombardeamentos iniciais cercaram áreas como Dresden, expulsando as pessoas das suas cidades menores, para centros maiores, onde podiam encontrar comida, abrigo e talvez assistência médica. Muitas vezes, os Aliados bombardeavam estradas e caminhos de ferro em volta dessas cidades circunvizinhas, para impedir uma fuga dos refugiados nessas direcções, conduzindo-os implacavelmente aos matadouros. O plano era exterminar o maior número possível de alemães. Na data do bombardeio, a cidade estava cheia de centenas de milhares de refugiados que fugiam de outras áreas que estavam a ser atacadas.
Outro assunto que os historiadores se recusam a enfrentar é que Dresden foi seleccionada não especificamente para extermínio, mas devido ao seu valor cultural, para colocar uma estaca no coração da herança cultural alemã e deixar uma ferida que nunca se poderia curar, devido à destruição permanente de partes insubstituíveis da alma alemã, para abrir uma ferida na psique alemã que nunca se curaria.
Em ondas sucessivas de bombardeios com bombas incendiárias, os americanos transformaram a cidade inteira numa enorme tempestade de fogo, matando talvez um milhão de civis. Com o elevado número de refugiados, os verdadeiros totais nunca serão conhecidos, mas foi um acontecimento único e um dos piores massacres de todos os tempos. Como, mais tarde, o escritor Kurt Vonnegut escreveu:
“Vocês queimaram tudo, transformaram a cidade numa única coluna de chamas. Morreram lá mais pessoas na tempestade de fogo, naquela grande chama, do que morreram em Hiroshima e Nagasaki juntas”.
Naquela noite de 1945, foi “uma orgia de genocídio e barbárie contra uma cidade alemã indefesa, um dos maiores centros culturais do norte da Europa”. Mais de 700.000 bombas de fósforo foram lançadas sobre 1.2 milhões de pessoas. Uma bomba para cada 2 pessoas. A temperatura no centro da cidade atingiu 1800 ° C, derretendo as superfícies das ruas e incinerando, instantaneamente, mais de 500.000 mulheres, crianças e idosos.
Bombardeiros aliados enormes atacaram Dresden repetidamente e, após completar a sua terceira onda, os EUA enviaram caças P-51 Mustang que atingiram tudo que se movia. Eles voaram ao longo do rio Elba, onde as margens estavam carregadas de refugiados que ainda chegavam e mataram quase todos eles. Atacaram colunas de ambulâncias e veículos de resgate que tentavam evacuar os sobreviventes, atacaram hospitais e metralharam os pacientes indefesos. Metralharam todos os animais do Jardim Zoológico de Dresden. Realmente, Dresden foi uma orgia de morte e destruição, mas era mais. Foi a celebração do mal. Não fazia parte de uma guerra; estavam a matar pelo prazer de matar e pela exultação que esse prazer lhes causava. Após a guerra, Churchill foi condecorado pelo seu êxito, enquanto os americanos comemoravam a sua supremacia na pacificação civil, e ainda outros, celebravam outro capítulo da destruição da Alemanha.
Larry Romanoff é colaborador frequente do site Global Resarch.
O Presidente turco, Tayyip Erdogan, disse num discurso, em 5 de Fevereiro, ao Partido Islâmico do AKP que, se as tropas sírias ou os aviões russos atacarem a Al Qaeda, na província de Idlib, na Síria, a Turquia estará em guerra contra a Síria e contra a Rússia. Se isso acontecer, a Turquia, como membro da aliança da NATO, poderá convocar forças americanas e aliadas para se juntarem à guerra da Turquia contra a Síria e contra a Rússia, naquela parte da Síria.
Aqui está uma reportagem sobre este assunto, da Rede Voltaire da Síria:
A Turquia ameaça a Síria e indirectamente a Rússia
REDE VOLTAIRE | 6 DE FEVEREIRO DE 2020
Ao intervir, em 5 de Fevereiro de 2020, perante o grupo parlamentar do AKP, o Presidente turco, Recep Tayyip Erdoğan, declarou:
[Na versão original francesa da Rede Voltaire: Erdoğan a désigné sous l’expression « éléments amis » les membres des milices turkmènes formant l’« Armée nationale syrienne » (Jaych al-Watani as-Suri) et ceux d’Al-Qaeda ayant fait alliance avec des groupes locaux pour former l’Organisation de Libération du Levant (Hayat Tahrir al-Cham).]
“Todo e qualquer ataque, seja terrestre ou aéreo, contra as nossas tropas ou contra os elementos amigos com os quais trabalhamos, receberá uma resposta sem nenhum aviso, seja qual for a sua origem. Ninguém se pode opor a que exerçamos o nosso direito de fazê-lo, dada a incapacidade de garantir a segurança das nossas tropas em Idlib.”
A Turquia, cujo exército invadiu o norte da Síria, fez eliminar pelos “elementos amigos” quatro oficiais russos do FSB em Aleppo, em 1 de Fevereiro e envolveu-se num confronto mortal, em 2 e 3 de Fevereiro, com o exército sírio em Idleb. Recebeu o apoio dos Estados Unidos, em 4 de Fevereiro, dia em que o Presidente turco intensificou as provocações contra a Rússia, na Ucrânia.
O Presidente Erdoğan designa como “elementos amigos”, as milícias turquemenas ligadas aos Lobos Cinzentos e aos jihadistas da Al-Qaeda.
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A organização Lobos Cinzentos da Turquia é fascista, nacionalista, da extrema-direita e xenófoba, defendendo uma Turquia que seja, apenas, por e para os turcos étnicos e expulsando todos os outros. Estão afiliadas a esse grupo, na Síria, as Brigadas Turcomanas da Síria. É uma organização etnicamente terrorista. A Al-Qaeda e sua afiliada síria al-Nusra ou Hayat Tahrir al-Sham, são organizações terroristas extremistas sunitas muçulmanas. Os Estados Unidos têm apoiado a Al-Qaeda na Síria, a fim de derrubar e substituir o governo secular da Síria por um governo fundamentalista-sunita; e, portanto, se a Turquia convidar os Estados Unidos de volta à Síria para defender a AlQaeda, na Síria, e os fascistas aliados dos turcos, na Síria, os Estados Unidos estariam do lado da Al-Qaeda e também do lado dos fascistas turcos, na província de Idlib, na Síria, contra a Rússia e contra a Síria.
A declaração de Erdogan, em 5 de Fevereiro também pode ser vista e ouvida num vídeo do TRT World da Turquia, intitulado "Erdogan adverte as forças do regime sírio para se retirarem das ocupações de Idlib”, que é acompanhado pela tradução em inglês, aqui:
“Durante a nossa conversa telefónica na noite passada, eu disse ao Sr. Vladimir Putin que o regime (sírio) deve retirar-se até aos limites do acordo de Sochi, em Idlib, ou seja, para trás dos nossos postos de observação. Qualquer ataque aéreo ou terrestre aos nossos soldados ou aos elementos amigos com os quais estamos a trabalhar [os fascistas turcos e os jihadistas sunitas] serão vingados da mesma maneira, independentemente da sua origem. Como a segurança dos nossos soldados na região de Idlib [que é território sírio] não pode ser garantida, ninguém nos pode questionar por exerce o nosso direito de fazê-lo [isto é, de apreender permanentemente a província da Síria].”
O vídeo da TRT também diz:
“Os EUA também condenaram os ataques do regime sírio a Idlib, e algumas autoridades americanas declararam o seu apoio à Turquia. O Secretário Pompeo [às 21:19 de 4 de Fevereiro de 2020]: “Os EUA apoiam o nosso @Aliado da NATO, a Turquia, como resultado do ataque com morteiros efectuado pelas forças do regime de Assad nos postos de observação turcos. Esta é uma escalada grave. O regime de Assad, a Rússia, o Irão e as acções cruéis do Hizballah [tentando exterminar a Al Qaeda e os fascistas turcos na província de Idlib, na Síria] estão a impedir o estabelecimento de um cessar-fogo”.
Então: Erdogan fez esta declaração em 5 de Fevereiro, depois de já ter recebido a garantia dos EUA de que a América entrará em guerra contra a Rússia, se a Rússia defender as tropas da Síria que estão a tentar livrar da Al-Qaeda, a província da Síria de Idlib e dos fascistas pró-turcos.
O vídeo do TRT continua citando o senador republicano dos EUA, Lindsey Graham, às “20:42h de 5 de Fevereiro de 2020”, a dizer: “Apreciei a Turquia a pressionar contra Assad e contra a Rússia no que diz respeito a parar o massacre em Idlib. … Todas as opções estão sobre a mesa.” O que significa que a guerra nuclear com a Rússia está em cima da mesa.
O pano de fundo por trás desta situação, para que possa ser entendido, é apresentado em dois relatórios anteriores meus, que transcrevo a seguir:
A não ser que a Síria entregue, simplesmente, a sua província mais fortemente pró-jihadista, Idlib, para ser anexada à Turquia, que afirma ter 30.000 soldados lá e planeia adicionar mais 20.000, provavelmente acontecerá em breve, a Terceira Guerra Mundial e aqui está o motivo:
As tropas da Rússia estão na Síria a convite do governo da Síria e forneceram assistência crucial para restaurar o controlo do governo sobre as áreas que os jihadistas (às vezes chamados de “terroristas islâmicos radicais” ou outros nomes) haviam ocupado. Consequentemente, ao contrário dos turcos e dos americanos, que são invasores da Síria, a Rússia é defensora da Síria e está comprometida em fazer nesse país, só o que o governo sírio autoriza e o que a Rússia está disposta a fazer nesse território.
Tanto as autoridades federais democratas como também as republicanas dos EUA e os antigos oficiais, apoiam enormemente a determinação anunciada recentemente pelo Presidente Trump, a proibir a Síria de retomar o controlo daquela província fortemente jihadista e fazem declarações sobre Idlib, tais como:
Tornou-se um depósito de lixo para alguns dos jihadistas incondicionais que não estavam preparados para se contentar com alguns dos acordos forçados que aconteceram, as rendições forçadas que ocorreram noutros lugares. ... Para onde vão as pessoas quando chegaram ao último lugar onde podem ir? Qual é o refúgio após o último refúgio? Essa é a tragédia que eles enfrentam.
Aconteceu ser um funcionário da Administração Obama a exprimir o seu apoio aos jihadistas e, quando o entrevistador lhe perguntou: “O mundo falhou na Síria?”, ele respondeu: “Claro. Quero dizer, não há dúvida sobre isso. Com esta afirmação quero significar que, a primeira pessoa a falhar na Síria, foi o próprio Presidente Assad.”
O Governo dos EUA, em 2003, disse que Saddam Hussein tinha fracassado no Iraque e, portanto, a América e os seus aliados invadiram e ocuparam o país, em 2003; então a América e os seus aliados disseram que Muammar Kadafi tinha falhado na Líbia e, assim, invadiram e ocuparam a Líbia, em 2011; mas, ao contrário do sucedido com o Presidente da Síria, Bashar al-Assad, nenhum desses dois Chefes de Estado era apoiado pela Rússia, e Assad é. Essa é a principal diferença entre ele e os outros. Mas o Governo dos EUA ainda exige a 'vitória' na Síria; e, assim, o mundo está à beira da Terceira Guerra Mundial, a guerra para acabar com todas as guerras e (ao contrário das duas guerras precedentes), para extinguir todos nós.
Por esta razão, a não ser que Assad entregue, simplesmente, Idlib à vizinha Turquia, haverá uma guerra entre os EUA e a Rússia pela posse de Idlib. Como nenhum dos lados admitirá publicamente a sua derrota nessa guerra entre os EUA e a Rússia, o perdedor invadirá naturalmente o outro; e, independentemente dos EUA ou da Rússia serem os primeiros a fazê-lo (a usar armas nucleares), cada um dos dois lados ainda será capaz de aniquilar o outro, após o repentino ataque nuclear (first strike) de um deles; e o resultado final será não só um planeta contaminado pelas armas nucleares, como nunca aconteceu antes, mas, também, o inverno nuclear que acontecerá a seguir, devido ao qual a agricultura entrará em agonia e desaparecerá e os poucos seres humanos que sobreviverem, desejarão não estar vivos.
A maneira do plano evitar que esse resultado seja concretizado, seria:
Assad e Putin anunciarão que, devido às reclamações do Governo dos EUA, das Nações Unidas e do Governo turco, a Síria desistirá da província de Idlib e construirá na fronteira entre ela e as áreas vizinhas da Síria, uma DMZ ou Zona Desmilitarizada, para que não só os residentes de Idlib estejam a salvo de qualquer ataque da Síria e dos seus aliados (como a América e os seus aliados têm exigido), mas também os cidadãos sírios - em todas as outras províncias da Síria - também estejam seguros contra quaisquer ataques continuados dos jihadistas que se concentraram em Idlib.
Desta maneira, o Presidente da Turquia, Erdogan, pode manter em segurança as suas 50.000 tropas em Idlib, se ele desejar; o Presidente dos EUA, Trump, pode reivindicar a vitória na Síria e finalmente cumprir a sua intenção, há muito prometida, de acabar com a ocupação dos EUA (na maioria das partes controladas pelos jihadistas) da Síria (que eles ocuparam), e talvez a Terceira Guerra Mundial possa ser evitada, ou, pelo menos, adiada, talvez mesmo as pessoas que vivem hoje, não morram devido à Terceira Guerra Mundial e aos seus efeitos imediatos.
Se esse caminho pacífico para terminar o prelúdio da Terceira Guerra Mundial – para evitar o salto de um penhasco nuclear - for bem sucedido, o mundo poderá continuar a debater quem estava certo e quem estava errado em toda esta situação. Mas, caso contrário, esse debate será simplesmente encerrado pela própria guerra e todos acabarão perdendo.
Aqui está como estes e os assuntos associados estão a ser ensinados aos alunos das escolas dos Estados Unidos. É uma revista que é distribuída gratuitamente aos estudantes das escolas dos EUA para lhes ensinara 'História' por trás desses acontecimentos actuais, embora entre em conflito com a História verdadeira, tal como acontece: mas, é claro, essas crianças não conhecerão essa História, porque não lhes está a ser ensinada.
[ACTUALIZAÇÃO EM 1 DE JUNHO DE 2019: Putin foi o decisor máximo na Conferência de Teerão (um acontecimento que asnotícias da comunicação mediática dos EUA ignorou). De acordo com um vídeo russo datado de 30 de Março de 2018, mas provavelmente um ano depois, “Entrevista exclusiva de Soloviev com o Presidente Putin” (às 7:55),
“Depois de se encontrar com Assad, Putin manteve negociações por telefone com as principais personalidades da política do Médio Oriente. Às 20:50 com o Presidente dos EUA, Donald Trump, às 21:20 com o Rei da Arábia Saudita, Al Saud, às 22:00 com o Presidente do Egipto, al-Sisi, às 22:05 com o Primeiro Ministro de Israel, Netanyahu. No dia seguinte, ocorreu uma reunião inovadora. Os dirigentes do Irão, da Turquia e da Rússia discutem a situação na Síria e o seu futuro. De um lado da mesa está o arqui-inimigo dos EUA, o Irão [Rouhani], do outro lado está a Turquia [Erdogan] - o parceiro da NATO dos EUA - e o terceiro é a Rússia [Putin e Lavrov].” Assim: as decisões alcançadas pelo três deveriam basear-se também nos elementos dos quatro anteriores: Assad, Trump, Saud, Sisi e Netanyahu.]
O que a decisão da Zona Desmilitarizada de Putin-Erdogan significa é que, as 50.000 tropas turcas que estão agora a ocupar a província de Idlib, na Síria, assumirão o controlo desse território e, portanto, terão a responsabilidade pela maior concentração de jihadistas em qualquer lugar do planeta: Idlib. Esta mesma concentração compreende os combatentes sírios da Al Qaeda e do ISIS, incluindo todos os da Síria que se renderam ao Exército Sírio, em vez de serem mortos a tiro no local, pelas forças governamentais.
Por sua vez, o Governo dos EUA, apoiado pelos seus aliados e ajudado por altos funcionários das Nações Unidas, ameaçou repetidamente que, se ocorrer algum ataque com armas químicas, ou mesmo qualquer alegado ataque com armas químicas, dentro de Idlib, os EUA e os seus aliados culparão instantaneamente o governo sírio e bombardearão a Síria e abaterão os aviões da Síria e da Rússia que se oponham a essa campanha de bombardeio para conquistar ou “libertar” a Síria do seu governo. Os EUA anunciaram a sua determinação em proteger o que um alto funcionário dos EUA - que está a aprovar o que Trump está a efectuar lá - chama de “maior porto seguro da Al Qaeda desde o 11 de Setembro”. Ele admite isso, mas quer protegê-los de serem bombardeados pela Síria e pela Rússia.
Nas últimas semanas, as Forças Armadas dos EUA disseram cada vez mais que, mesmo que os jihadistas que eles ajudaram a montar os materiais para um ataque com armas químicas, não consiguirem executá-lo ou encená-lo, qualquer tentativa das forças sírias e russas de destruir os jihadistas (que o lado americano designa como 'rebeldes'), em Idlib, serão recebidos com um poder de fogo esmagador dos EUA e dos seus aliados. Isso desencadearia a Terceira Guerra Mundial, porque qualquer lado - Rússia ou EUA - que perder no campo de batalha da Síria atacará o outro lado com ataques repentinos nucleares(nuclear-blitz-attacks), a fim de sofrer os menores danos causados pela guerra nuclear e assim (em termos militares) 'vencer' a Terceira Guerra Mundial (WWIII), porque o ataque repentino (first strike) destruirá muitas das armas de retaliação do lado oposto. Numa guerra nuclear, o primeiro lado a atacar terá uma vantagem considerável - reduzindo o número de armas que o outro lado possa lançar.
Se, por outro lado, o plano da Desmilitarização funcionar, então as forças da Turquia serão responsáveis por examinar quaisquer residentes de Idlib que tentarem sair, a fim de proibir a saída de jihadistas e dos seus apoiantes. Depois dessa tarefa (filtrar os habitantes não perigosos e reter em Idlib apenas os jihadistas e os seus apoiantes) estar concluída, o mundo inteiro poderá ser consultado sobre se se deve exterminar os demais moradores ou libertá-los para retornarem aos países dos quais eles vieram ou para outros países. Presumivelmente, nenhum país iria querer esses 'refugiados'. Isso seria a resposta a essa pergunta.
Os aliados árabes da América, as monarquias petrolíferas, tais como os sauditas, que são donos da Arábia Saudita, e os thanis, que são donos do Qatar e que financiaram a Al Qaeda e a Irmandade Muçulmana, seriam forçados a fazer alguma coisa porque, se disserem "Exterminem-nos!" então o seu clero que forneceu a impressão moral da propriedade dessas famílias, dessas nações, ou revoltar-se-á, ou será derrotado pelos seus próprios seguidores, ou pelos seus monarcas - derrubados a partir de baixo ou a partir de cima.
Como alternativa, depois das forças da Turquia, em Idlib, permitirem libertar de Idlib todos os que tiverem permissão para sair, os bombardeiros da Síria e da Rússia simplesmente entrarão e matarão os jihadistas, então cercados e assumirão a responsabilidade desses actos, independentemente do que possam dizer, os dirigentes dos EUA e dos seus governos aliados.
Um avião militar russo Il-20 com 14 militares a bordo, desapareceu dos radares durante um ataque de quatro aviões a jacto israelitas, na província de Latákia, na Síria, informou o Ministério da Defesa da Rússia.
Os controladores de tráfego aéreo da Base Aérea de Khmeimim “perderam o contacto” com o avião, na noite de quarta-feira, durante o ataque de caças israelitas F-16 a Latákia, informou o MOD.
Os radares russos também registaram o lançamento de mísseis de uma fragata francesa no Mediterrâneo, na noite de 17 de Setembro.…
O ataque a Latákia ocorreu poucas horas depois da Rússia e da Turquia negociarem uma desmilitarização parcial da província de Idlib.
Se os mísseis foram autorizados pelo Presidente Trump, a Terceira Guerra Mundial já começou na sua fase pré-nuclear. No entanto, se os ataques foram lançados por Netanyahu, de Israel, e/ou por Macron da França, sem autorização dos EUA, o Presidente dos EUA poderá responder-lhes, posicionando-se contra esse (s) agressor (es) (e também contra aqueles que ele costumava designar como “Terroristas Radicais Islâmicos”), a fim de impedir uma guerra nuclear.
Mais tarde, em 17 de Setembro, o Al Masdar News publicou “Navios deguerra da NATO navegam em direcção à costa da Síria” e relataram “A flotilha da NATO que cruza a costa da Síria supostamente consiste numa fragata holandesa, a De Ruyter, uma fragata canadiana, a Ville de Quebec e um Cruzador grego, o Elli.” A Al Qaeda e o ISIS têm protectores influentes.
No final, a decisão será do Presidente dos EUA, Trump, sobre se ele está disposto a sujeitar o planeta à Terceira Guerra Mundial e ao inverno nuclear que acontecerá a seguir e consequente extinção da agricultura e de todos os seres vivos, a fim de 'vencer' uma guerra nuclear, como a aristocracia americana defende, especialmente, desde o ano de 2006. O conceito de vitória nuclear é chamado de “Primazia Nuclear” - o uso de armas nucleares para vencer uma guerra nuclear contra a Rússia, em vez de impedir uma guerra nuclear. O antecessor desse conceito, a mega-estratégia “Destruição Mútua Assegurada” ou “MAD”, predominou nos EUA até 2006. Trump terá que decidir se o objectivo dos armazenamentos de armas nucleares nos Estados Unidos é para impedir a Terceira Guerra Mundial ou para vencer a Terceira Guerra Mundial (WWIII).
Na Rússia, o objectivo de possuir armas nucleares sempre foi o de impedir a Terceira Guerra Mundial. Mas o Presidente da América será a pessoa que tomará a decisão final sobre este assunto. E Idlib pode ser a centelha. Netanyahu ou Macron podem querer arrastar os EUA para a guerra, mesmo contra a Rússia, mas a decisão final será de Trump.
CONCLUSÃO: O acordo alcançado entre Putin, Rouhani e Erdogan, em Teerão, em 10 de Setembro de 2018, nunca foi publicado, mas a hipótese por trás desse acordo era, claramente, que a Turquia manteria os jihadistas em Idlib, até Idlib não receber muita pressão do Ocidente e depois, aviões russos e tropas sírias exterminariam as dezenas de milhares de jihadistas nessa província, para que o problema fosse resolvido. No entanto, aparentemente Erdogan atraiçou, quer Putin, quer Rouhani e determinou apoderar-se de Idlib como território da Turquia. Putin e Assad recusaram-se a permiti-lo. Agora, a Turquia está a receber o apoio da América para fazê-lo. Mais ainda, Erdogan declarou agora a Al Qaeda, na Síria, como “elementos amigos com os quais estamos a trabalhar”. E mesmo durante a Presidência dos EUA de Barack Obama, os EUA estavam a proteger a Al-Qaeda, na Síria. Trump está, neste assunto, a levar a cabo a política de Obama nessa região. Em vez de abandonar essa política, Trump parece agora estar disposto a ir até à consequência da guerra nuclear contra a Rússia, a fim de aplicar essa política em Idlib, no lugar mais fortemente jihadista da Terra, para proteger os jihadistas de Idlib e derrotar os ‘inimigos’ dos EUA.
2013 yılında ortaya konulan eski bir plana uygun olarak Almanya, NATO komutası altında Ortadoğu’da Avrupa birliklerinin konuşlandırılması konusunda Başkan Trump’ı ikna etti. İttifak ise bunu Hint-Pasifik bölgesinde konuşlanmak ve özellikle Tayvan sorununa dayanarak küresel bir örgüt olma fırsatı olarak görmektedir. NATO güvenilirliğini korumak için, Rusya’ya karşı gücünü koruduğunu göstermek durumdadır ve Defender Europe 20 adı altında devasa tatbikatlar düzenleyecektir.
ABD’nin büyük amfibi gemisi USS Bataan Ortadoğu’ya geri dönüyor. 2002 yılında Savunma Bakanı Colin Powell tarafından gizli hapishane olarak kullanıldı. Farklı savaş alanlarından kaçırılan binlerce savaşçıya, şartlandırılmak ve daha sonra serbest bırakılmak üzere uluslararası sularda işkence uygulandı.
NATOME: Kısaltma yaratma yeteneğiyle övünen Başkan Trump, İttifakın genel sekreteri Stoltenberg’ten talep ettiği NATO’nun Ortadoğu’daki konuşlanmasını daha şimdiden vaftiz etti. Stoltenberg hemen NATO’nun « Ortadoğu’da, özellikle eğitim görevlerinde giderek artan bir rol üstlenmesi » gerektiğini kabul etti. Bu nedenle, Avrupa Birliği dışişleri bakanlarının toplantısına katıldı ve « çok büyük ilerlemeler kaydetmiş olsak da, IŞİD geri dönebileceği » için AB’nin ABD ve NATO’ya yakın olması gerektiğini vurguladı. ABD bu şekilde Avrupalı müttefikleri, İranlı General Süleymani’nin bizzat Trump’ın onayıyla Bağdat’a iner inmez öldürülmesiyle ortaya çıkarılan kaotik duruma dahil etmeye çalışmaktadır.
Irak parlamentosunun Pentagon’un binlerce paralı askeriyle ülkede bulunan 5.000’den fazla ABD askerinin ülkeden kovulması kararı alması sonrasında Başbakan Abdülmehdi, ABD Dışişleri Bakanlığından askerlerin çekilme prosedürünü görüşmek üzere bir heyet göndermesini istedi. Dışişleri Bakanlığı, ABD’nin « birliklerin geri çekilmesini değil, Ortadoğu’da yeterli güç tertibatını tartışmak için bir heyet » göndereceği yanıtını verdi ve Washington’da « başkanın müttefiklerin ortak savunmamız için tüm çabaların içerdiği yükü paylaşma arzusuna uygun olarak NATO’nun Irak’taki rolünün pekiştirilmesi » üzerine bir mutabakata varmak üzere olduklarını sözlerine ekledi.
Plan gayet açıktır: Süleymani’nin öldürülmesinden sonra, NATO’nun dahi Irak’taki eğitim görevlerini askıya almasının da ortaya koyduğu gibi, Irak’taki ABD birliklerini, topyekun ya da kısmen Avrupalı müttefiklerin askerleriyle değiştirmek.
NATO, Güney cephesi dışında, Doğu cephesinde de seferberdir. « Avrupa’yı Rus tehdidinden korumak » için, Nisan ve Mayıs aylarında, ABD güçlerinin Avrupa’daki son 25 yılın en büyük konuşlanışına tanık olacak Defender Europe 20 tatbikatına hazırlanmaktadır. ABD’nin 12 eyaletinden gelen birkaç bin Ulusal Muhafız da dahil olmak üzere 20 000 asker, ABD’den gelecek ve halen Avrupa’daki mevcut 9 000 askere katılarak toplamda yaklaşık 30.000 kişi olacaktır. Öte yandan aralarında İtalya’nın da yer aldığı NATO üyesi 13 Avrupa ülkesinden ve iki ortak Gürcistan ve Finlandiya’dan onlarla aynı safta olacaktır. Atlantik’in dört bir yanından gelen silahlara ek olarak, ABD birlikleri 13 000 tank, kundağı motorlu top, zırhlı araç ve ABD’nin Avrupa’da « önceden konumlandırılmış depolarından » gelen diğer askeri araçları kullanacaktır. Zırhlı araçlı askeri konvoylar, uçaklar, helikopterler, insansız hava araçları ve deniz birimleriyle 12 arter üzerinden 4.000 km yol kat edecektir. 173ncü Tugaya bağlı ABD’li ve Folgore Tugayı’ndan İtalyan paraşütçüler Letonya’da birlikte atlayış yapacaklardır.
Defender Europe 20 tatbikatı, Ortadoğu krizinin ağırlaşmasının ardından ABD ve NATO stratejisi içerisinde yeni bir boyut kazanmaktadır. Geçen yıl Ortadoğu’ya 14 000 asker daha gönderen Pentagon, aynı bölgeye Avrupa’daki savaş tatbikatına hazırlanan bazı güçler göndermektedir: 82nci Hava İndirme Tümeni’nden 4 000 paraşütçü (Vicenza’dan birkaç yüz asker de dahil) ve aralarında USS Bataan amfibi taarruz gemisindekiler de yer aldığı 4 500 Deniz Piyadesi. Avrupa’daki tatbikattan önce ya da Ortadoğu’ya başka askerler de gönderilebilecektir. Pentagon, Defender Europe 20’nin planlamasının şimdilik değiştirilmediğini vurguluyor. Başka bir deyişle, 30 000 ABD askeri Avrupa’yı Rus saldırganlığından koruma eğitimi yapacaktır. Yaşanacak olası bir çatışmada tanklar değil ama nükleer füzeler kullanılacağı için bu gerçekleşmeyecek, ama gerilimi arttırmaya ve düşmanlık fikrini körüklemeye yarayacak bir senaryodur.
Turkey Threatens Retaliation against Russia and Syria if they attack Al Qaeda in Syria’s Idlib Province
Eric Zuesse
Turkish President Tayyip Erdogan said in a speech on February 5th to his AKP islamist Party, that if Syrian troops or Russian planes attack Al Qaeda in Syria’s Idlib Province, then Turkey will be at war against Syria and Russia. If that happens, then Turkey, as a member of the NATO alliance, could call in U.S. and allied forces to join Turkey’s war against Syria and against Russia, in that part of Syria.
Here is one news report of this, from Syria’s Voltairenet:
Speaking on 5 February 2020 before members of his ruling Justice and Development Party (AKP), Turkish President Recep Tayyip Erdoğan said:
[In Voltairenet’s original French version: Erdoğan a désigné sous l’expression « éléments amis » les membres des milices turkmènes formant l’« Armée nationale syrienne » (Jaych al-Watani as-Suri) et ceux d’Al-Qaeda ayant fait alliance avec des groupes locaux pour former l’Organisation de Libération du Levant (Hayat Tahrir al-Cham).]
“Any ground or air attack against our troops or the friendly elements with whom we work will be met with a response without any warning regardless of its origin. No one can object to our exercising our right to do so given the inability to guarantee the security of our troops in Idlib.”
Turkey, whose army invaded northern Syria, had four Russian FSB officers killed in Aleppo by “friendly elements” on 1 February and engaged in a deadly clash on 2 and 3 February with the Syrian army in Idlib. It received support from the United States on 4 February, the day the Turkish President revved up provocations against Russia in Ukraine.
President Erdoğan designates as "friendly elements" both the Turkmen militia linked to the Gray Wolves and the Al-Qaeda jihadists.
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Turkey’s Grey Wolves organization is fascist, nationalist, far-right, and xenophobic, advocating a Turkey that is of, by, and for, only ethnic Turks, and expelling everyone else. Affiliated with it in Syria are the Syrian Turkman Brigades It is an ethnically terrorist organization. Al-Qaeda, and its Syrian affiliate al-Nusra or Hayat Tahrir al-Sham, are an extremist Sunni Muslim terrorist organization. The United States has been backing Al-Qaeda in Syria so as to overthrow and replace Syria’s secular Government by a fundamentalist-Sunni government; and, therefore, if Turkey will be inviting America back into Syria to defend Al Qaeda in Syria and Turk-allied fascists in Syria, the United States would be on Al-Qaeda’s side and also on Turkish fascists’ side there, in Syria’s Idlib Province, against Russia and Syria.
“During our phone call last night, I told Mr (Vladimir) Putin that the (Syrian) regime must withdraw to the limits of the Sochi agreement in Idlib, meaning behind our observation posts. Any ground or air assault on our soldiers or on the friendly elements we are working with [the Turkish fascists and the Sunni jihadists] will be avenged in kind regardless of its source. Since the safety of our soldiers in the Idlib region [which is Syrian territory] cannot be ensured, nobody can question us for exercising our right to do this [i.e., to seize permanently that province of Syria].”
The TRT video also says:
“The US also condemned the Syrian regime’s attacks on Idlib, and some US officials stated their support for Turkey. Secretary Pompeo [9:19 PM Feb 2020 .4]: “The U.S. stands by our @NATO Ally #Turkey in the aftermath of the mortar attack by Assad regime forces on Turkish observation posts. This is a grave escalation. The Assad regime, Russia, Iran, and Hizballah’s ruthless actions [trying to exterminate both Al Qaeda and the Turkish fascists in Syria’s Idlib Province] are preventing the establishment of a ceasefire.”
So: Erdogan made this statement on February 5th after having already received the U.S. assurance that America will go to war against Russia if Russia defends Syria’s troops who are trying to rid Syria’s Idlib Province of Al-Qaeda and of pro-Turkish fascists.
The TRT video continues by citing U.S. Republican Senator Lindsey Graham at “8:42 PM Feb 2020 .5” saying: “Appreciate Turkey pushing back against Assad & Russia when it comes stopping the slaughter in Idlib. … All options are on the table.” This means that nuclear war with Russia is on the table.
The background behind this, so that it can be understood, is given in two previous reports from me, which now follow:
Russia’s troops are in Syria at the invitation of Syria’s Government and they have provided crucial assistance to restore the Government’s control over areas that the jihadists (sometimes called “Radical Islamic Terrorists” or otherwise) had seized. Consequently, unlike the Turks and the Americans, who are invaders of Syria, Russia is instead a defender of Syria, and is committed to doing there only what the Syrian Government authorizes it to do and what Russia is willing to do there.
Both Democratic and Republican U.S. federal officials and former officials are overwhelmingly supportive of U.S. President Trump’s newly announced determination to prohibit Syria from retaking control of that heavily jihadist province, and they state such things about Idlib as:
It has become a dumping ground for some of the hardcore jihadists who were not prepared to settle for some of the forced agreements that took place, the forced surrenders that took place elsewhere. … Where do people go when they’ve reached the last place that they can go? What’s the refuge after the last refuge? That’s the tragedy that they face.
That happened to be an Obama Administration official expressing support for the jihadists, and when he was asked by his interviewer “Did the world fail Syria?” he answered “Sure. I mean, there’s no doubt about it. I mean, the first person who failed Syria was President Assad himself.”
The U.S. Government in 2003 said that Saddam Hussein had failed Iraq and so America and its allies invaded and occupied there in 2003; and then America and its allies said that Muammar Qaddafi had failed Libyans and so invaded and occupied there in 2011; but, unlike Syria’s President Bashar al-Assad, neither of those two heads-of-state was backed by Russia, and Assad is. That’s the main difference between him and those others. But the U.S. Government still demands ‘victory’ there; and, so, the world stands at the brink of WW III, the war to end all wars and (unlike its two predecessors) to end ourselves.
Therefore, unless Assad will simply hand Idlib over to adjoining Turkey, there will be war between the U.S. and Russia over Idlib. Since neither side will publicly admit its defeat in that U.S.-Russia war, the loser in it will naturally invade the other; and, regardless of whether the U.S. or Russia will be the first to do that (go nuclear), each of the two sides will still be able to annihilate the other after the other’s sudden blitz nuclear attack; and the end-result will be not only an unprecedentedly nuclear-contaminated planet, but a nuclear winter following it, in which agriculture will collapse, and the survivors will wish that they weren’t.
The way for the plan to avert that outcome to be carried out would be:
Assad and Putin both will announce that due to the complaints from the U.S. Government and from the United Nations and from the Turkish Government, Syria will give up Idlib province, and will construct on the border between it and the adjoining areas of Syria, a DMZ or De-Militarized Zone, so that not only will the residents in Idlib be safe from any attack by Syria and its allies (such as America and its allies have been demanding), but Syrians — in all the others of Syria’s provinces — will likewise be safe against any continued attacks by the jihadists that have concentrated themselves in Idlib.
This way, Turkey’s President Erdogan can safely keep his 50,000 troops in Idlib if he wishes; America’s President Trump can claim victory in Syria and finally fulfill his long-promised intention to end the U.S. occupation of (most of the jihadist-controlled) parts of Syria (which they’ve occupied), and maybe WW III can be avoided, or, at least, postponed, maybe even so that people living today won’t be dying-off from WW III and its after-effects.
If this peaceful path to ending the prelude to WW III — to avoiding the jump off a nuclear cliff — succeeds, then the world will be able to continue debating who was right and who was wrong in all of this. But, otherwise, that debate will simply be terminated by the war itself, and everyone will end up losing.
Here is how these and associated matters are being taught to school students in the United States. It’s a magazine that’s handed out free to school students in the U.S. to teach them the ‘history’ behind these current events, though it conflicts with the actual history behind them: but, of course, those children won’t know that history, because it’s not being taught to them.
[UPDATE ON 1 JUNE 2019: Putin was the ultimate decider at the Tehran Conference (an event the U.S.’news’-media ignored). According to a Russian video misdated 30 March 2018 but probably a year later, “Soloviev’s Exclusive Interview with President Putin” (at 7:55),
“After meeting with Assad, Putin held phone negotiations with the key players of the Middle East policy. At 20:50 with the President of the USA Donald Trump, at 21:20 with the King of Saudi Arabia Al Saud, at 22:00 with the President of Egypt al-Sisi, at 22:05 with the Prime Minister of Israel Netanyahu. On the next day a groundbreaking meeting took place. Leaders of Iran, Turkey and Russia discuss the situation in Syria and its future. On one side of the table is USA’s sworn enemy Iran [Rouhani], on the other side sits Turkey [Erdogan], the USA’s NATO partner, and, the third is Russia [Putin and Lavrov].” So: the decisions reached by the three were to be based also on the inputs from the prior 4: Assad, Trump, Saud, Sisi, and Netanyahu.]
What the Putin-Erdogan DMZ decision means is that the 50,000 Turkish troops who now are occupying Idlib province of Syria will take control over that land, and will thus have the responsibility over the largest concentration of jihadists anywhere on the planet: Idlib. It contains the surviving Syrian Al Qaeda and ISIS fighters, including all of the ones throughout Syria who surrendered to the Syrian Army rather than be shot dead on the spot by Government forces.
For its part, the U.S. Government, backed by its allies and supported in this by high officials of the United Nations, had repeatedly threatened that if there occurs any chemical-weapons attack, or even any claimed chemical-weapons attack, inside Idlib, the U.S. and its allies will instantaneously blame the Syrian Government and bomb Syria, and will shoot down the planes of Syria and of Russia that oppose this bombing-campaign to conquer or ‘liberate’ Syria from its Government. The U.S. has announced its determination to protect what one high U.S. official — who is endorsing what Trump is doing there — calls “the largest Al Qaeda safe haven since 9/11.” He admits it, but he wants to protect them from being bombed by Syria and by Russia.
During recent weeks, the U.S. military has increasingly said that even if the jihadists they’ve been assisting to assemble the materials for a chemical-weapons attack fail to carry it out or to stage one, any attempt by Syrian and Russian forces to destroy the jihadists (which the U.S. side calls ‘rebels’) in Idlib will be met with overwhelming U.S.-and-allied firepower. That would spark WW III, because whichever side — Russia or U.S. — loses in the Syrian battlefield will nuclear-blitz-attack the other side so as to have the lesser damage from the nuclear war and thus (in military terms) ‘win’ WW III, because the blitz-attack will destroy many of the opposite side’s retaliatory weapons. In a nuclear war, the first side to attack will have a considerable advantage — reducing the number of weapons the other side can launch.
If, on the other hand, the DMZ-plan works, then Turkey’s forces will be responsible for vetting any of Idlib’s residents who try to leave, in order to prohibit jihadists and their supporters from leaving. Once that task (filtering out the non-dangerous inhabitants and retaining in Idlib only the jihadists and their supporters) is done, the entire world might be consulted on whether to exterminate the remaining residents or to set them free to return to the countries from which they came or to other countries. Presumably, no country would want those ‘refugees’. That would answer the question.
America’s Arab allies, the oil monarchies such as the Sauds who own Saudi Arabia and the Thanis who own Qatar, and which have funded Al Qaeda and the Muslim Brotherhood, would then be put on a spot, because if they say “Exterminate them!” then their clergy who have provided the moral imprimatur upon those families’ ownership of those nations, will either be in rebellion or else will themselves become overthrown either by their own followers or else by their monarch — overthrown from below or from above.
Alternatively, after Turkey’s forces in Idlib will have allowed release from Idlib of all who will be allowed out, Syria’s and Russia’s bombers will simply go in and slaughter the then-surrounded jihadists and take upon themselves the responsibility for that, regardless of what the leaders of the U.S. and its allied governments might say.
On the night of September 17th in Syria, there were missile-attacks “from the sea” against several Syrian cities; and those attacks could have come from either Israel’s or America’s ships, or from other U.S.-allied ships. Russian Television bannered, “Russian plane disappears from radars during Israeli attack on Syria’s Latakia – MoD” and reported:
A Russian military Il-20 aircraft with 14 service members on board went off the radars during an attack by four Israeli jets on Syria’s Latakia province, the Russian Defense Ministry said.
Air traffic controllers at the Khmeimim Air Base “lost contact” with the aircraft on Wednesday evening, during the attack of Israeli F-16 fighters on Latakia, said the MOD.
Russian radars also registered the launch of missiles from a French frigate in the Mediterranean on the evening of September 17. …
The attack on Latakia came just hours after Russia and Turkey negotiated a partial demilitarization of the Idlib province
If the missiles were authorized by President Trump, then WW III has already begun in its pre-nuclear stage. However, if the attacks were launched by Israel’s Netanyahu, and/or by France’s Macron, without U.S. authorization, then the U.S. President might respond to them by siding against that aggressor(s) (and also against what he used to call “Radical Islamic Terrorists”), so as to prevent a nuclear war.
Late on September 17th, Al Masdar News bannered “NATO warships move towards Syrian coast” and reported “The NATO flotilla cruising off the Syrian coast reportedly consists of a Dutch frigate, the De Ruyter, a Canadian frigate, the Ville de Quebec, and a Greek cruiser, the Elli.” Al Qaeda and ISIS have influential protectors.
Ultimately, the decision will be U.S. President Trump’s as to whether he is willing to subject the planet to WW III and to its following nuclear winter and consequent die-off of agriculture and of everyone, in order to ‘win’ a nuclear war, such as America’s aristocracy has especially championed since the year 2006. The nuclear-victory concept is called “Nuclear Primacy” — the use of nuclear weapons so as to win a nuclear war against Russia, instead of to prevent a nuclear war. That concept’s predecessor, the “Mutually Assured Destruction” or “M.A.D.” meta-strategy, predominated even in the U.S. until 2006. Trump will have to decide whether the purpose of America’s nuclear-weapons stockpiles is to prevent WW III, or is to win WW III.
In Russia, the purpose has always been to have nuclear weapons in order to prevent WW III. But America’s President will be the person who will make the ultimate decision on this. And Idlib might be the spark. Netanyahu or Macron might be wanting to drag the U.S. into war even against Russia, but the final decision will be Trump’s.
CONCLUSION: The agreement which was reached between Putin, Rouhani, and Erdogan, in Tehran, on 10 September 2018, was never published, but the presumption behind it was clearly that Turkey would hold the jihadists in Idlib until Idlib was no longer receiving much press in The West, and then Russian planes and Syrian troops would blitz-exterminate the tens of thousands of jihadists there, so the problem would be resolved. However, apparently Erdogan double-crossed both Putin and Rouhani and determined to take Idlib as Turkey’s own territory. Putin and Assad refused to allow that. Turkey now is receiving America’s backing to do it. Furthermore, Erdogan has now declared Al Qaeda in Syria to be “friendly elements we are working with.” And even during the U.S. Presidency of Barack Obama, the U.S. was protecting Al-Qaeda in Syria. Trump is, on this matter, carrying out Obama’s policy there. Rather than abandon that policy, Trump appears now to be willing to go to nuclear war against Russia in order to enforce that policy there, in the most-heavily-jihadist place on Earth, to protect Idlib’s jihadists and to defeat America’s ‘enemies’.