Showing posts with label coronavirus. Show all posts
Showing posts with label coronavirus. Show all posts

Friday, March 6, 2020

EVAGGELOS VALLIANATOS -- Uma Pandemia de Medo


5 DE MARÇO DE 2020
Origem da foto: CDC/Dr. Fred Murphy – Public Domain
Um vírus microscópico tem estado, como sempre, a perturbar os negócios globais: a matar pessoas em todo o mundo, a hospitalizar inúmeras outras e a espalhar uma pandemia de medo. O Los Angeles Times noticiou, em 1 de Março de 2020, o novo corona vírus  “propaga arrepios, diariamente, através do planeta”.
Numa área do tamanho de um quarto dos Estados Unidos, a China bloqueou mais de 100 milhões de cidadãos. As restrições de viagem estão a afectar 780 milhões de chineses.
A máquina humana
Esta intrusão imprevisível de um ser invisível na vasta máquina humana, está a destruir lentamente o mundo no seu rasto mortal.
A máquina humana é extremamente complexa. É formada por exércitos, bombas nucleares, comércio internacional, construção, compra, venda, viagens, guerra, exploração florestal, queimadas na Amazónia, roubando-se uns aos outros entre si - o mundo natural, o êxodo rural em direcção às cidades superlotadas, os obesos e as pessoas famintas a dormir uns ao lado dos outros: alguns dormindo no luxo e outros nas ruas. Entretanto, no meio destas calamidades sociais e ecológicas, os privilégios chovem sobre os bilionários ricos e super ricos.
As autoridades governamentais e a Organização Mundial da Saúde não vêem a interligação entre esse inferno na Terra, a falha da ordem internacional e o vírus.  Limitam-se a emitir instruções sobre a magnitude e os sintomas da doença corona. Nem uma palavra que talvez esse tipo de coisa - ataque antropogénico na Terra, parecido com uma guerra biológica - seja provavelmente a explicação para o vírus corona.
Demasiada população

Esse pensamento é estranho às sociedades e aos países absorvidos na sua luta diária pela sobrevivência. Têm populações a crescer em demasia. Em 1800, o planeta tinha 1 bilião de pessoas. Em 2019, a população mundial era de 7,7 biliões. O número de pessoas continua a aumentar, duplicando mesmo em poucas décadas. Este facto assegura tensões de classes, a exploração dos fracos pelos poderosos, o empobrecimento do mundo natural e ondas perpétuas de migrantes e refugiados à procura de uma vida melhor.
As populações dos países tropicais no sul, estão a crescer mais rapidamente do que as do norte. Algumas delas estão a explodir internamente e a transbordar fronteiras. A guerra, como na Síria, e temperaturas mais altas tornam esse movimento populacional inevitável, trágico e perigoso.
O caos do clima
Ao mesmo tempo, a máquina mundial está a ser ameaçada por um clima diferente e muito mais perigoso. É o resultado de uma apatia de décadas, especialmente por parte dos países do hemisfério norte, responsáveis pela maior parte da poluição da Terra há mais de um século. No entanto, eles continuam a ignorar a destruição corporativa e estatal de florestas, terras e mares. Os principais combustíveis por trás de tais ataques incluem o petróleo, o gás natural e o carvão.
Os cientistas do clima têm dito aos “formuladores da política” em todo o mundo que a queima de combustíveis fósseis é nociva. Está a desencadear o potencial fim da vida. É moralmente abominável e monstruoso. Está a arruinar a civilização.
Os cientistas explicam que o aumento da temperatura mundial está a derreter o gelo nas montanhas e nos mares, com o resultado da  subida e do aquecimento das águas do mar e os oceanos estão a destruir as costas e as ilhas.
As mudanças climáticas estão a mudar a agricultura para pior. A agricultura industrializada está a tornar-se menos produtiva e mais doentia. Os gerentes empresariais e os cientistas continuam a brincar com a engenharia genética das culturas. Também continuam a aumentar as quantidades de pesticidas tóxicos e cancerígenos que pulverizam nos alimentos que as pessoas comem.
As quintas de criação de animais são as principais fontes de gases de efeito estufa. No entanto, tornaram símbolos de riqueza. O abate incalculável e o consumo de animais estão na moda e estão a aumentar. As fábricas de animais estão agora na China a produzir carne para centenas de milhões de pessoas urbanas. Este mergulho na agricultura industrial é um mau presságio para os esforços da China, em se familiarizar com a sua antiga cultura agrária, uma civilização muito menos ecológica.
Os mares e os oceanos mais quentes estão a tornar-se cada vez menos acolhedores para a vida, incluindo para os peixes. Acrescente-se a pesca maciça comercial e o futuro do fornecimento alimentar de peixes torna-se problemático e sombrio.
A mudança climática parece abstracta. Mas não é. É uma força cósmica originada pelas actividades humanas de destruição intencional de ecossistemas, especialmente a agricultura industrializada, o corte e queima de florestas e a queima de combustíveis fósseis. Esse clima despertado é um monstro gigantesco que transforma a Terra num lugar hostil para seres humanos e animais selvagens.
A fragilidade da vida
Isto é importante porque a Terra foi sempre a Mãe Terra: fonte de toda a vida, animal e humana, e da civilização. Os seres humanos atingiram um estado de recursos tecnológicos que ameaça a sua própria existência (com qualquer instalação de armas nucleares) ou com o enfraquecimento mais lento da sua civilização (com a queima de combustíveis fósseis e com políticas ecocidas agressivas).
O que devemos dizer sobre estes factos? Ousamos ligá-los à ciência e ao progresso?
Tenho criticado estes desenvolvimentos abismais e imorais há décadas. Não é que não tenhamos recebido avisos sobre a fragilidade da vida ou sobre os efeitos tóxicos das políticas públicas para fins de lucro privado e não para o bem das populações.
Eurípides, o génio de um poeta que viveu no séc. V AC, em Atenas, fala como se estivesse vivo hoje. Ele exorta-nos a viver com responsabilidade todos os dias, como se esse fosse o último. Ele diz: ‘A morte é uma obrigação’. É o preço que todos pagamos. Hoje, nenhuma pessoa viva pode falar com autoridade sobre estar viva ou morta amanhã. Não importa os estudos científicos que vocês façam, não há como prever o futuro. Ninguém pode determinar a sorte negra. Somos apenas humanos, então pensem de acordo com pensamentos humanos. Prestem atenção em Afrodite e nos prazeres que ela oferece. Bebam um pouco de vinho e vão-se divertir. A vida para as pessoas solenes e irresponsáveis não é vida, mas é uma catástrofe (Alcestis 780-802).
Poder desumano
Essa catástrofe foi codificada no DNA daqueles que construíram bombas nucleares e ainda as mantêm como balas potenciais contra os seus inimigos. Manter a posse  dessas armas destrutivas e genocidas torna possível todas as outras atrocidades contra o mundo natural e contra os seres humanos. Nada é pior que a explosão da energia nuclear. Congela os seres humanos no campo desumano dos exterminadores.
A energia nuclear é uma energia desumana. Está a uniformizar todos os outros males do mundo: queima e desmatamento de florestas, mineração de terras públicas à procura de petróleo, pilhagem do mundo natural, industrialização da agricultura para minerar a terra em busca de comida e queima de combustíveis fósseis e ignorar as consequências das mudanças climáticas .
Não pretendo conhecer as origens do vírus corona: a fonte da actual emergência mundial da saúde. Em 28 de Fevereiro de 2020, o congressista Ami Bera, presidente do Subcomissão das Relações Exteriores da Ásia, do Pacífico e da Não-Proliferação, descreveu o coronavírus como uma “ameaça à saúde pública em rápida evolução”.
Não seria exagero adivinhar, como já fiz, as origens do vírus pandémico nos efeitos nocivos do ser humano sobre o mundo natural, sobre a nossa Mãe Terra. Os biólogos devem fazer a pergunta científica e filosófica se a vida selvagem não perturbada é uma fonte de doenças mortais. Duvido que seja. As doenças provêm de distúrbios ecológicos, muito frio, muito calor, má alimentação, falta de comida, poluição e guerras. No entanto, os relatórios convencionais sugerem que o vírus corona surgiu em Dezembro de 2019 nos mercados de animais selvagens da grande cidade de Wuhan, na China.
Tornar a imaginar o mundo
Se estiver correcto na minha especulação, uma solução real e não cosmética da pandemia exigiria refazer o mundo: proibir as armas nucleares e instalações nucleares; impor um rigoroso controlo da população mundial como o da China; acabar com os combustíveis fósseis, substituindo-os por energia solar, eólica e outras formas ​​de energias renováveis; regressar à agricultura democrática e ecológica em pequena escala sem fertilizantes sintéticos e pesticidas. E, é claro, uma proibição mundial da pilhagem dos recursos do mundo natural.
Eu sei que é um sonho, com a probabilidade de não ir muito longe. Mas sou um sonhador, apaixonado pelo bem e pelo belo. O mínimo que posso fazer, e estou a fazê-lo, é falar a verdade aos que estão no poder.
A ONU e outros cientistas do clima deram aos que formulam a política, cerca de dez anos para a eliminação de combustíveis fósseis.
O desafio de reinventar e concretizar o mundo é imenso. O fogo de Prometeu ainda está aceso entre nós. Vamos usá-lo para benefício de toda a Humanidade. Concentrem-se na restauração da saúde ambiental e pública. Sem saúde, não se faz nada. Herophilos, um médico grego do séc. III AC, escreveu no  seu “Regimen” que, quando a saúde está ausente, a sabedoria desaparece, a ciência torna-se obscura, a força dissipa-se, a riqueza é inútil e o raciocínio impossível (Sextus Empiricus, Against the Matemmaticians 9.50).
No nosso caso, a riqueza dos bilionários em todo o mundo poderia ser bem utilizada nessa luta épica de reconstruir a nossa civilização e o nosso ambiente destruídos.
Mais artigos de: EVAGGELOS VALLIANATOS
Evaggelos Vallianatos, historiador e estratéga ambiental, trabalhou na Agência de Proteção Ambiental dos EUA durante 25 anos. É autor de 6 livros, incluindo Poison Spring com Mckay Jenkings.

Tradutora: Maria Luísa de Vasconcellos 
Email: luisavasconcellos2012@gmail.com

Webpage: NO WAR NO NATO

Thursday, March 5, 2020

POLSKI -- Manlio Dinucci -- Pandemia wirusa strachu

Pandemia wirusa strachu

Wyolbrzymianie przez decydentów niebezpieczeństwa koronawirusa w porównaniu z innymi chorobami i wdrażanie przeciwdziałań na dwa miesiące przed epidemią – po prostu oszałamia. W chwili obecnej nie da się wyciągnąć żadnych wniosków.
 | RZYM (WŁOCHY)  
FRANÇAIS  ITALIANO  ESPAÑOL  PORTUGUÊS  TÜRKÇE  ENGLISH  NORSK  РУССКИЙ 
JPEG - 34.4 kb
Pamiętając, że nie można lekceważyć koronawirusa, i że należy przestrzegać 10 profilaktycznych zasad ogłoszonych przez ministerstwo zdrowia, należy jeszcze przyjąć 11-tą podstawową zasadę, polegającą na zapobieganiu ekspansji wirusa strachu. Rozprzestrzenia się on przede wszystkim za pośrednictwem telewizji, poczynając od RAI (Radiotelevisione Italiana), która prawie w całości poświęca swoje wiadomości koronawirusowi. W ten sposób wirus strachu dociera do każdej rodziny za pośrednictwem mediów.

Chociaż telewizje wzbudzają wielki niepokój związany z koronawirusem, to ukrywają fakt, że grypa sezonowa pozostaje znacznie bardziej śmiercionośną epidemią, która w ciągu sześciu tygodni 2020 roku spowodowała we Włoszech – według danych Głównego Instytutu Zdrowia [wł. Istituto Superiore di Sanità] – średnio 217 zgonów dziennie, w tym także z powodu powikłań płucnych i sercowo-naczyniowych związanych z grypą. I ukrywają też fakt, że według danych Światowej Organizacji Zdrowia co roku umiera we Włoszech na HIV/AIDS ponad 700 osób (średnio dwie osoby dziennie), a w sumie na całym świecie ok. 770 000.
Jeśli chodzi o paniczną kampanię walki z koronawirusem, to Maria Rita Gismondo, dyrektor ds. makrobiologii klinicznej, wirusologii i diagnostyki zagrożeń biologicznych laboratorium szpitala Sacco w Mediolanie, gdzie analizowane są próbki możliwych infekcji – mówi: „To szaleństwo. Zamieniliśmy infekcję, która jest nieco poważniejsza niż grypa w śmiertelną pandemię. Spójrzmy na liczby. To nie jest pandemia”. Ale jej naukowy głos nie dociera do ogółu społeczeństwa, bowiem każdego dnia nie tylko telewizja RAI (która powinna być telewizją ogólnopaństwową), czy kanały [mediolańskiego imperium medialnego] Mediaset [b. premiera Berlusconiego] – szerzą wśród Włochów strach przed „śmiertelnym wirusem, który rozprzestrzenia się z Chin na świat”.
Owa kampania tak naprawdę pasuje do tego, co powiedział minister ds. handlu Stanów Zjednoczonych Wilbur Ross w wywiadzie dla „Fox Business”: „Myślę, że koronawirus przyczyni się do ponownego przeniesienia miejsc pracy z Chin do USA. W Chinach najpierw był SARS, potem świńska gorączka [CSF], a teraz doszedł do tego koronawirus”. Tak więc, komentuje „The New York Times”, „chińskie straty mogą okazać się korzystnymi dla Ameryki”. Innymi słowy, wirus może mieć druzgocący wpływ na chińską gospodarkę, a w wyniku reakcji łańcuchowej również na gospodarki reszty Azji, Europy i Rosji, dotkniętych już przecież spadkiem przepływów handlowych i turystycznych – z korzyścią dla ekonomicznie nietkniętych Stanów Zjednoczonych.
Centrum Badań Globalnych kierowane przez profesora Michała Czosudowskiego [ang. Michel Chossudowski, ros. Мишель Чосудовский, syn Jewgienija] publikuje serię artykułów napisanych przez międzynarodowych ekspertów na temat pochodzenia przedmiotowego wirusa. Twierdzą oni, że „nie można wykluczyć, że wirus został stworzony w laboratorium”. Ta hipoteza nie może być postrzegana jako „spisek” i odrzucana jako taka. Dlaczego? – Ponieważ Stany Zjednoczone, Rosja, Chiny i inne główne mocarstwa posiadają laboratoria, w których prowadzone są badania nad wirusami, które – po odpowiedniej modyfikacji – mogą być używane w charakterze środków wojny biologicznej, w tym także w odniesieniu do określonych warstw populacji. Jest to działalność otoczona najściślejszą tajemnicą, prowadzona często pod przykrywką cywilnych badań naukowych.
Pewne fakty wychodzą jednak na wierzch, np. istnienie biolaboratorium w Wuhan, gdzie chińscy naukowcy we współpracy z Francją przeprowadzają badania nad śmiertelnymi wirusami, w tym również nadesłanymi przez kanadyjskie laboratorium mikrobiologiczne [w oryginale: „Laboratorio canadese di microbiologia”]. W lipcu 2015 roku brytyjski rządowy Instytut Pirbrighta opatentował w USA „atenuowany [osłabiony w procesie selekcji] koronawirus”. W październiku 2019 roku Centrum Bezpieczeństwa Zdrowia Johna Hopkinsa [w Baltimore] przeprowadziło symulację pandemii koronawirusa w Nowym Jorku, demonstrując scenariusz, który – jeśli stanie się rzeczywistością – doprowadzi do 65 milionów zgonów [1]. Jednakże, nie symuluje się pandemii wirusa strachu, który rozprzestrzenia się z niszczycielskimi konsekwencjami społeczno-ekonomicznymi.

RU -- Манлио Динуччи -- Пандемия вируса страха

Пандемия вируса страха

Преувеличение опасности коронавируса по сравнению с другими болезнями и подготовка ответных мер основными действующими лицами за два месяца до начала эпидемии ошеломляют. В настоящее время невозможно сделать какие-либо выводы.
 | РИМ (ИТАЛИЯ)  
JPEG - 34.4 kb
Учитывая, что коронавирус нельзя недооценивать и что следует соблюдать 10 профилактических правил Министерства здравоохранения, необходимо принять 11-е фундаментальное правило: предотвращать распространение вируса страха. Он распространяется главным образом через телевидение, начиная с RAI (Итальянское радио и телевидение), которое почти полностью посвящает новости коронавирусу. Таким образом, вирус страха проникает в каждую семью через СМИ.

Хотя они поднимают наибольшую тревогу по поводу коронавируса, они скрывают тот факт, что сезонный грипп это гораздо более смертоносная эпидемия, которaя вызвала в Италии в течение 6-й недели 2020 года – по данным Высшего института здравоохранения [итал. Istituto Superiore di Sanità] – в среднем 217 смертей в день, также из-за легочных и сердечно-сосудистых осложнений, связанных с гриппом. Они скрывают тот факт, что, по данным Всемирной организации здравоохранения, в Италии за один год от ВИЧ/СПИДа умирают более 700 человек (в среднем по два человека в день) и в общей сложности во всем мире около 770 000.
Что касается панической кампании по борьбе с коронавирусом, Мария Рита Гисмондо – директор отдела клинической макробиологии, вирусологии и био-экстренной диагностики в лаборатории больницы Сакко в Милане, где анализируются образцы возможных инфекций, - говорит: "Это безумие. Мы превратили инфекцию, которая немногим серьезнее гриппа, в смертельную пандемию. Посмотрите на цифры. Это не пандемия". Но ее научный голос не доходит до широкой общественности, потому что каждый день не только телевидение RAI (которое должно быть общегосударственным) или каналы [миланской медиа-империи] Mediaset [б. премьер-министра Берлускони] – распространяют среди итальянцев страх перед "смертельным вирусом, который распространяется из Китая в мир".
Эта кампания действительно соответствует тому, что сказал министр торговли США Уилбур Росс в интервью "Fox Business": "Я думаю, что коронавирус будет способствовать возвращению рабочих мест из Китая в США. В Китае сначала был ТОРС (SARS), потом свиная лихорадка [CSF], а теперь еще и коронавирус". Так, комментирует "The New York Times", "китайские потери могут стать выгодой для Америки". Иначе говоря, вирус может оказать разрушительное воздействие на китайскую экономику и, в результате цепной реакции, на экономики остальной Азии, Европы и России, уже затронутые падением торговых и туристических потоков – в пользу экономически невредимых Соединенных Штатов.
Центр глобальных исследований, возглавляемый профессором Мишелем Чоссудовским [англ. Michel Chossudovsky, сын Евгения], публикует серию статей международных экспертов о происхождении рассматриваемого вируса. Они утверждают, что "нельзя исключать, что вирус был создан в лаборатории". Эту гипотезу нельзя рассматривать как "заговор" и отвергать как таковую. А почему? – Потому что у США, России, Китая и других крупных держав есть лаборатории, где проводятся исследования вирусов, которые, будучи модифицированными, могут быть использованы в качестве средств биологической войны, в том числе и в отношении определенных слоев населения. Это деятельность, окруженная строжайшей тайной, проводимая часто под прикрытием гражданских научных исследований.
Но все же всплывают некоторые факты: наличие биолаборатории в Ухане, где китайские ученые в сотрудничестве с Францией проводят исследования смертельных вирусов, в том числе присланных Канадской микробиологической лабораторией [в оригинале: "Laboratorio canadese di microbiologia"]. В июле 2015 года британский правительственный Институт Пирбрайта запатентовал в США "аттенуированный [ослабленный в процессе селекции] коронавирус". В октябре 2019 года Центр безопасности здравоохранения Джона Хопкинса [в Балтиморе] провел симуляцию коронавирусной пандемии в Нью-Йорке, предсказав сценарий, который, если он станет реальностью, приведет к 65 миллионам смертей [1]. Однако, не симулируется пандемии вируса страха, который распространяется с разрушительными социально-экономическими последствиями.

NORSK -- Manlio Dinucci -- Frykten for virus-pandemien

Frykten for virus-pandemien

Overdrivelsen rundt faren ved koronaviruset sammenliknet med andre sykdommer, og beredskapen for å møte denne ‘hovedfienden’ to måneder før det ble en epidemi, er forbløffende. Det er ikke mulig å trekke noen konklusjoner på det nåværende tidspunktet.
 | ROMA (ITALIA)  
JPEG - 34.4 ko
La oss si at koronaviruset ikke må undervurderes, og at de 10 preventive reglene fra helseministeriet blir fulgt, så må det føyes til en 11. fundamental regel:
Å hindre at man sprer frykt for viruset.
Akkurat nå spres frykten hovedsakelig gjennom fjernsynet. Det startet med Rai som i nyhetene sine viser så å si kun stoff om koronaviruset.
Slik blir frykten spredt til alle hus gjennom TV-kanalene.
Når de kommer med denne alvorlige alarmen for koronaviruset skjuler de det faktum at den vanlige sesong-influensaen,som er en mye med dødelig epidemi, så langt har krevd 217 dødsfall i Italia i de første 6 ukene av 2020. Dette er ifølge Higher Institute of Health. Det skyldes for det meste komplikasjoner i lunger og hjerte som følge av influensaen.

De skjuler også det faktum at - ifølge World Health Organization - det dør mer enn 700 mennesker i Italia av HIV/Aids i løpet av ett år ( i gjennomsnitt to om dagen) av en total på 770 000.
Når det gjelder alarmist-kampanjen rundt koronavirus sier Maria Rita Gismondo, direktør for klinisk mikrobiologi, virologi og diagnostikk for haste-biologi ved laboratoriet ved Sacco Hospital i Milano, der prøver av mulige smittebærere er analysert:
«Det er galskap. Vi snudde en infeksjon som er litt mer alvorlig enn influensa til en dødelig pandemi. Se på tallene. Det er ingen pandemi».
Men hennes vitenskapelige stemme rekker ikke ut til det vanlige publikum når Rai-sendingene hver eneste dag sprer frykt blant italienerne om «det dødelige viruset som har spredt seg fra Kina til hele verden».Det var heller hennes stemme de burde kringkaste.
Kampanjen som foregår korresponderer med det USAs handelsminister Wilbur Ross sa i et intervju med Fox Business: «Jeg tror koronaviruset vil føre til at flere jobber blir ført tilbake fra Kina til USA. I Kina hadde de først SARS, så svineinfluensa og nå koronaviruset. Det kan vi iallfall lese i New York Times».
Kinas tap kan altså gi Amerika gevinst. Med andre ord, viruset vil ha en destruktiv innvirkning på Kinas økonomi. Og som en kjedereaksjon på økonomiene i resten av Asia, Europa og Russland. Det har allerede påvirket fall i handelen og turiststrømmen. Så det vil bli en fordel for et økonomisk uskadd USA.
Global Research, et forskningssenter om globalisering ledet av professor Michel Chossudovsky har publisert en rekke artikler av internasjonale eksperter rundt opprinnelsen til viruset.
De argumenterer med at «det kan ikke utelukkes at viruset ble skapt i et laboratorium».
Denne hypotesen kan da ikke ses på som «konspirasjon» og virkelig?
Men hvorfor ikke?
Jo, De Forente Stater, Russland, Kina, og andre store stater har laboratorier der forskning på viruser, når de er modifisert, kan bli brukt som biologiske våpen, i all hemmelighet, målrettet mot deler av befolkningen.
Dette er jo et område som foregår i dypeste hemmelighet, ofte under dekke av å være vitenskapelig forskning.
Men noen fakta siver ut: I Wuhan er det et bio-laboratorium der kinesiske forskere, i samarbeid med Frankrike, driver med forskning på dødelig virus, inkludert noen som er blitt sendt til Canadian Microbiology Laboratory.
I juli 2015, tok den britiske regjeringens Pirbright Institute patent på et « svekket koronavirus» i USA.
I oktober 2019 gjennomførte John Hopkins Center for Health Security en simulert koronapandemi i New York City. De spådde et scenario som - hvis dette ble en realitet . ville resultere i 65 millioner døde [1].
Men vi simulerer ikke utbredelsen av frykt-viruset, som nå sprer seg med ødeleggende sosio-økonomiske effekter.
[1] “When Davos WEF was planning for a coronavirus pandemic”, Voltaire Network, 5 February 2020.

TUR -- Manlio Dinucci -- Korku virüsü salgını

Korku virüsü salgını

Koronavirüs tehlikesinin diğer hastalıklara göre abartılması ve başat aktörlerin yanıtının salgından iki ay önce hazırlanmış olması karşısında hayrete düşmemek elde değil. Olanlardan bir sonuç çıkarmak şimdilik mümkün görünmüyor.
 | ROMA (İTALYA)  
JPEG - 34.4 kb
Koronavirüsün hafife alınmaması ve Sağlık Bakanlığı’nın 10 önleyici kuralına uymamız gerektiği dikkate alınarak, bir 11nci kuralın daha benimsenmesinde yarar vardır: korku virüsünün yayılmasının önlenmesi. Bu virüs, haberlerinin neredeyse tamamını koronavirüs’e ayıran RAİ başta olmak üzere, televizyon yoluyla bulaşmaktadır.

Koronavirüs için en büyük alarmı verirken, Yüksek Sağlık Enstitüsü’ne göre 2020’nin 6ncı haftasında İtalya’da yine gribe bağlı akciğer ve kalp damar komplikasyonlarına bağlı olarak ortalama günde 217 ölüme neden olan, çok daha fazla ölümcül bir salgın olan mevsimsel grip gerçeği karşısında suskun kalmaktadırlar. Dünya Sağlık Örgütü’ne göre, İtalya’da bir yılda dünyada yaklaşık toplam 770.000 üzerinden, 700’den fazla insanın (günde ortalama iki) HİV/AİDS yüzünden öldüğü gerçeği hakkında de seslerini çıkartmamaktadırlar.
Koronavirüs üzerinden yürütülen panik yaratan kampanyayla ilgili olarak, olası bulaşma vakalarının numunelerinin incelendiği, Milano’daki Sacco Hastanesi Laboratuarı klinik makrobiyoloji, viroloji ve biyolojik acil teşhis müdürü Maria Rita Gismondo, şu açıklamayı yapmaktadır: « Bu tam bir delilik. Gripten çok az farkla daha ciddi olan bir enfeksiyonu ölümcül bir salgına dönüştürdük. Sayılara bakın. Bu bir salgın değil ». Ancak bilim insanının sesi halkın geneline ulaşmazken, halka açık olması gereken Rai her gün, Mediaset kanallarına ve sadece bunlara da değil, İtalyanlara « Çin’den dünyaya yayılan ölümcül virüs » için İtalyanlara korku salmaktadır. ABD Ticaret Bakanı Wilbur Ross’un Fox Business ile yaptığı röportajda söylediklerine karşılık gelen gerçekçi bir kampanyadır bu: « Koronavirüs’ün, istihdamın Çin’den ABD’ye geri dönüşüne katkıda bulunacağını düşünüyorum. Çin’de önce SARS vardı, ardından domuz humması ve şimdi de koronavirüs ». New York Times’a göre, « Çin’in kaybı Amerika için bir kazanç olabilir ». Başka bir deyişle, virüs Çin ekonomisi ve zincirleme bir tepkimeyle, ekonomik olarak zarar görmemiş olan ABD’nin, ticaret akışlarındaki düşüşten zaten etkilenmiş olan Asya’nın geri kalanı, Avrupa ve Rusya’nın üzerinde yıkıcı bir etkiye sahip olabilir.
Profesör Michel Chossudovsky yönetimindeki küreselleşme araştırma merkezi Global Research, virüsün kökeni hakkında uluslararası uzmanlar tarafından yazılmış bir dizi makale yayınlamaktadır. Bu uzmanlar « virüsün laboratuarda yaratılmış olduğu göz ardı edilemez » iddiasında bulunmaktadır. Bu varsayım « komplo teorisi » olarak düşünülemez ve bu şekilde uzaklaştırılamaz. Peki neden? Çünkü Amerika Birleşik Devletleri, Rusya, Çin ve diğer büyük güçler, değiştirildiklerinde, nüfusun hedeflenen kesimleri üzerinde de dahil olmak üzere biyolojik savaş ajanları olarak kullanılabilen virüsler üzerinde araştırma yapılan laboratuarlara sahiptir. Bu, genellikle sivil bilimsel araştırma kisvesi altında en yoğun gizlilikle çevrili bir alandır.
Ancak gerçekler ortaya çıkmaktadır: Vuhan’da, Çinli bilim insanlarının Fransa ile işbirliği içinde, Kanada Mikrobiyoloji Laboratuarı tarafından gönderilenler de dahil olmak üzere ölümcül virüsler üzerinde araştırma yürüttüğü bir biyolojik laboratuarın varlığı bilinmektedir. İngiliz Hükümet Enstitüsü Pirbright, Temmuz 2015’te ABD’de, « zayıflatılmış bir koronavirüs » patenti almıştır. Ekim 2019’da, Johns Hopkins Center for Health Security New York’ta bir koronavirüs salgını simülasyonu gerçekleştirdi ve bu senaryoya göre salgın gerçekleştiğinde 65 milyon ölüme neden olacaktı [1]. Ancak yıkıcı sosyo-ekonomik etkilerle yayılan korku virüsünün salgınını simüle edilmemektedir.
[1] “Davos Forumu, Koronavirüs salgınına hazırlanırken”, Tercüme Osman Soysal, Voltaire İletişim Ağı , 5 Şubat 2020.

SP -- Manlio Dinucci -- La epidemia de miedo se extiende por ‎el mundo‎

‎«EL ARTE DE LA GUERRA»‎

La epidemia de miedo se extiende por ‎el mundo‎

La exageración sobre la peligrosidad del coronavirus en relación con otras ‎enfermedades así como la preparación de la respuesta de los principales actores, ‎2 meses ante de la aparición de la epidemia, resultan especialmente sorprendentes. Por ‎el momento, parece apresurado tratar de sacar conclusiones. ‎

 | ROMA (ITALIA)  

JPEG - 34.4 KB
Partiendo del principio que no hay que subestimar el coronavirus y que se deben seguir las ‎‎10 reglas de prevención divulgadas por el ministerio de Salud [italiano], habría que adoptar ‎además una 11ª regla fundamental: impedir también la propagación del virus del miedo. ‎
Sin embargo, los medios de prensa, principalmente la televisión, comenzando por la Rai [1], que está dedicando sus espacios informativos casi enteramente al coronavirus, ‎se dedican precisamente a propagar el miedo, un virus que penetra así en todos los hogares, ‎a través de los canales de televisión. ‎

Pero esas mismas televisoras que siembran la alarma sobre el coronavirus callan el hecho que la ‎gripe invernal, ha resultado mucho más letal que el coronavirus, dejando en Italia, sólo durante la ‎‎6ª semana de este año 2020 –según el Instituto Superior de Salud–, un promedio diario de ‎‎217 muertes, provocadas por complicaciones pulmonares y cardiovasculares derivadas de ‎esa simple gripe. Tampoco dicen que –según la Organización Mundial de la Salud (OMS)– en Italia ‎mueren cada año más de 700 enfermos de SIDA, lo cual representa un promedio de ‎‎2 fallecimientos diarios, de un total mundial de 770 000 muertos por el SIDA. ‎
Al referirse a la campaña alarmista sobre el coronavirus, la directora de macrobiología clínica, ‎virología y diagnóstico de biourgencias del laboratorio del hospital Sacco, de Milán, Maria Rita ‎Gismondo, declara:‎ ‎
«Es una locura. Han convertido una infección a penas más seria que una gripe en una ‎pandemia letal. ¡Miren la cifras! No es una pandemia.»
Pero la voz de esta científica no llega hasta el gran público, mientras que cada día, desde la Rai –‎servicio supuestamente público– hasta los canales de Mediaset y todos los demás, se les inculca ‎a los italianos el miedo al «virus mortal que, desde China, se extiende por el mundo». ‎
El hecho es que esa campaña va en el mismo sentido que lo que declaró el secretario del ‎Comercio de Estados Unidos, Wilbur Ross, en una entrevista transmitida por Fox Business: ‎ ‎
«Pienso que el coronavirus ayudará al regreso de los empleos de China a Estados Unidos. ‎En China hubo, primero el SARS, después la peste porcina y ahora el coronavirus.»‎
Por consiguiente, comenta el New York Times, «lo que China pierde podría ser una ganancia ‎para América» [léase “para Estados Unidos”]. Dicho de otra manera, el coronavirus podría tener un ‎impacto destructor sobre la economía china y, en una reacción en cadena, sobre las economías ‎del resto de Asia, de Europa y de Rusia, ya afectadas por la caída de los flujos comerciales y ‎turísticos, en beneficio de Estados Unidos, económicamente indemne. ‎
Global Research, el centro de investigación sobre la globalización, dirigido por el profesor Michel ‎Chossudovsky, está publicando una serie de artículos de expertos internacionales sobre el origen ‎del coronavirus. Esos expertos estiman que «no se puede excluir la posibilidad de que este virus ‎haya sido creado en un laboratorio», hipótesis que no puede ser simplemente clasificada como ‎‎«complotista» para desacreditarla. ¿Por qué? Porque Estados Unidos, Rusia, China y las demás ‎grandes potencias tienen laboratorios donde se realizan investigaciones sobre virus que, al ser ‎modificados, pueden ser utilizados como agentes de guerra biológica, dirigiéndolos incluso contra ‎ciertos sectores de la población. Estamos hablando de una actividad rodeada del mayor secreto, ‎a menudo bajo la cobertura de investigación científica de tipo civil. ‎
Pero algunos hechos salen a la luz, como la existencia en Wuhan de un biolaboratorio donde ‎científicos chinos realizan, en colaboración con Francia, investigaciones sobre virus letales, ‎entre ellos algunos enviados por el Laboratorio de Microbiología de Canadá. En julio de 2015, el ‎instituto gubernamental británico Pirbright patentó en Estados Unidos un «coronavirus ‎atenuado». En octubre de 2019, el Johns Hopkins Center for Health Security realizó en ‎Nueva York un simulacro de pandemia por coronavirus utilizando un guión que, de convertirse ‎en realidad, provocaría 65 millones de muertos [2].‎
Pero lo que no se simula es la propagación del virus del miedo, que se extiende, con efectos ‎socioeconómicos devastadores. ‎
Traducido al español por la Red Voltaire a partir de la versión al francés de Marie-Ange ‎Patrizio. ‎